sed fugit interea fugit irreparabile tempus

depois que fui a Sochi, em outubro de 2017, a Rússia não saiu mais da minha cabeça.

tenho feito aulas de russo, na Yu Idiomas, desde setembro do ano passado. é uma língua totalmente diferente de todas as outras que já estudei, apesar de ter algumas familiaridades, como um verbo “to be” (que, no entanto, não existe no presente) e o esquema sujeito-verbo-complemento. mas para por aí: a origem da maioria das palavras é própria e eu dou graças a Deus quando encontro alguma palavra de etimologia grega ou importada do inglês ou do francês. é isso, e não as declinações ou as estruturas diferentes – como dizer “em torno de mim tem carro” quando se quer dizer “eu tenho um carro”- que é o pior.

com isso, e ainda sem entender quase nada da língua (os níveis A1 e A2 concentram 70% da gramática, segundo o meu livro didático), virei um russófilo viciado: assisto à TV russa no Youtube, assino vários canais de vídeos sobre a cultura do país, planejo viagens por lá, aproveitando uma vantagem no trabalho que poderei desfrutar no futuro. talvez leve mais de cinco anos para aprender russo em um nível razoável, como foi com o francês, mas vai valer a pena: é um universo apaixonante. e ainda tem as meninas de lá, que merecem um outro post.

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