engarrafado

em 2016, graças ao Ivens, consegui, a preço de banana (uns 70 reais), uma garrafa de champagne Baron-Fuenté feita apenas com uvas pinot meunier, a menos famosa das três principais uvas com que um champagne pode ser feito (as outras duas, pinot noir e chardonnay, são bem populares). em fevereiro desse ano, por conta de uma ocasião especial, quis beber essa garrafa; procurei, procurei e não a achei.

fiquei inconformado, já que não sou de perder coisas e meu apartamento tem, se muito, 55 metros quadrados. não tem muito onde uma garrafa dessas se esconder. hoje, procurando uma outra garrafa de champagne, que veio em uma lata, vi que ela estava em cima de uma caixa… e era a da Baron-Fuenté. por não me lembrar que ela tinha vindo numa caixa, não a consegui achar antes: que vacilo!

o lado bom da história é que, semana que vem, tem champagne & caviar para alegrar a vida. depois conto como foi.

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