Feldkirch

foi um ano complicado e com duas derrotas gigantescas: só uma delas, contudo, pôde ser prevista.

mas foi um ano com muitas vitórias e, culturalmente, inesquecível: três meses fora do país, minha primeira visita a um país fora do Ocidente e um dia em uma cidade que parece ter saído de um conto do Hans Christian Andersen.

no mais um pouco mais de conhecimento para meus projetos de longo prazo (põe longo nisso), avanços na restauração da Astrid e, em novembro, a Revolução do Pijama. fantástico.

mais uma vez, espero evolução e não revolução para o ano que se aproxima. sem medo do tempo e sem devaneios impossíveis. vamos nessa!

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