espumante

já se perguntou o motivo de abrirmos garrafas de vinho espumante na noite de ano novo? a resposta é bem legal e está aqui.

feliz 2018 a todos, vamos em frente.

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Feldkirch

foi um ano complicado e com duas derrotas gigantescas: só uma delas, contudo, pôde ser prevista.

mas foi um ano com muitas vitórias e, culturalmente, inesquecível: três meses fora do país, minha primeira visita a um país fora do Ocidente e um dia em uma cidade que parece ter saído de um conto do Hans Christian Andersen.

no mais um pouco mais de conhecimento para meus projetos de longo prazo (põe longo nisso), avanços na restauração da Astrid e, em novembro, a Revolução do Pijama. fantástico.

mais uma vez, espero evolução e não revolução para o ano que se aproxima. sem medo do tempo e sem devaneios impossíveis. vamos nessa!

iceberg

poucas ideias novas congeladas na minha cabeça por um tempo. nenhuma delas é digna de nota por aqui. mas estou vivo, ainda que a menos 15 graus negativos.

dois meses depois de voltar de lá, a Rússia continua a me influenciar. talvez eu volte lá, e mais rápido do que poderia imaginar. não por ter gostado tanto assim, mas porque há coisas a descobrir. nesse caso, os 15 graus negativos poderiam chegar a 40, quem sabe.