marmota

carnaval, por aqui, é pedir para não sair de casa: tentei, ontem, e foi a maior furada de todos os tempos. só desgosto. nem a companhia de um grande amigo, mestre Cláudio Bull, salvou a tentativa.

só liguei a tevê para assistir às 500 milhas de Daytona, uma boa corrida com um final sem graça.

mas não posso falar mal do carnaval, ainda que não goste (e não gosto mesmo): cinco dias seguidos com a possibilidade de dormir até tarde é algo muito bom. ainda que eu não possa aproveitar.

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preguiça e choque

tive algumas ideias para textos, mas esqueci todas antes que pudesse aparecer por aqui. apareço, agora, por um pequeno grande choque que tive, mais cedo.

soube, por volta do meio-dia, que o Bruno Carneiro Leão, que foi meu professor, faleceu. nunca fui próximo dele e nunca tive contato com ele fora de sala de aula. mas, como com todos os meus professores, tenho uma dívida de gratidão com o Bruno, porque ele dedicou parte de sua breve vida a ensinar – a me ensinar, entre outros. e porque é sempre chocante perder alguém com menos de quarenta anos, ainda mais do jeito como foi a perda dele.

à família e aos amigos do Bruno Carneiro Leão, diplomata falecido ontem, minhas condolências.