aquático

de manhã, overdoses de café: durmo sete ou oito horas por dia, a disposição ainda falta. no sábado, estive no médico: meus exames constataram grande ausência de vitamina D3. ela está a caminho, talvez por meio de uma injeção. vamos ver.

de tarde, esqueço o que fugiu da rotina e atravesso a cidade, à toa: dou com a porta na cara. sem graça, invento uma desculpa qualquer e volto para a programação normal – que já está aí há anos e que me recuso a aceitar como normal. tem de haver mais do que isso, tem de haver.

à noite, cancelo tudo e assisto “Grand Prix”, o filme de 1966. um épico de 3h sobre uma temporada de Fórmula 1 e as coisas que cercam esse mundo: meninas, viagens, ética, competição, medo da morte… pensando bem, “Grand Prix” é um filme sobre a vida. e não tem o final que gostaria de ver. mesmo assim, como a vida, vale a pena.

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