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país sério é isso aqui…

No Japão, morrem mais pessoas afogadas em banheiras do que em acidentes de trânsito

TÓQUIO (IPC Digital) – O número de mortes por afogamento em banheiras subiu mais de 70% nos últimos dez anos, superando o número de mortes anuais provocadas por acidentes de trânsito, de acordo com dados da Agência de Defesa do Consumido do Japão.

Segundo um levantamento da agência governamental, 4.866 pessoas morreram afogadas em banheiras (ofuro) residenciais no ano de 2014. No mesmo período, os acidentes de trânsito causaram a morte de 4.113 pessoas em todo o país.

O hábito de emergir até a altura do pescoço em banhos quentes pode ser a principal razão para o elevado número de mortes em banheiras. Nove em cada dez mortes são de idosos com mais de 65 anos que perdem a consciência durante o banho.

Para evitar esse tipo de acidente, a agência aconselha a nunca entrar no ofuro sob efeito de bebidas alcoólicas e não entrar na água com temperatura acima dos 41 graus. Aquecer o banheiro previamente também ajuda a evitar o choque térmico.

aquático

de manhã, overdoses de café: durmo sete ou oito horas por dia, a disposição ainda falta. no sábado, estive no médico: meus exames constataram grande ausência de vitamina D3. ela está a caminho, talvez por meio de uma injeção. vamos ver.

de tarde, esqueço o que fugiu da rotina e atravesso a cidade, à toa: dou com a porta na cara. sem graça, invento uma desculpa qualquer e volto para a programação normal – que já está aí há anos e que me recuso a aceitar como normal. tem de haver mais do que isso, tem de haver.

à noite, cancelo tudo e assisto “Grand Prix”, o filme de 1966. um épico de 3h sobre uma temporada de Fórmula 1 e as coisas que cercam esse mundo: meninas, viagens, ética, competição, medo da morte… pensando bem, “Grand Prix” é um filme sobre a vida. e não tem o final que gostaria de ver. mesmo assim, como a vida, vale a pena.

dengue fever

fui ao Shopping Iguatemi no domingo e vi, no corredor, uma garota vestida de paquita. uniforme completo, com chapéu e tudo mais. se ela não estivesse acompanhada por um cidadão com cara de marginal, eu a interpelaria no corredor e diria “quero mandar um beijo pra minha mãe, pro meu pai e pra você”.

mas, daquela line-up clássica do Xou da Xuxa, quem tá bombando, até hoje, é o dengue.