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17 de dezembro, marca o calendário: 2016 está logo ali na esquina. esse ano, de final, não foi um ano fácil. em certos aspectos, foi horrível, mas a culpa não é exclusiva: muitas das coisas ruins eram, na verdade, sequências de anos anteriores. atiremos as pedras, mas não por aquilo que veio de outrora.

mesmo o time tendo auferido mais derrotas que vitórias nessa temporada, houve uma conquista: dei a cara a tapa, sistematicamente, ao longo de 2015. briguei pelo que queria. colecionei fiascos na certeza de ter dado tudo de mim em todos os jogos de que participei, poupei o time quando deveria apenas cumprir tabela, não fui Valdivia de ficar no banco na maior parte da temporada. não disputei algumas pelejas, claro, mas nem todas as brigas devem ser compradas. nesse ponto, saio satisfeito.

negligenciei o corpo e terminei o ano com o espírito em parafuso. comecei coisas que não terminei, mas que realmente quero levar até o fim. os encontros foram maiores que os desencontros, e isso é bom demais. não viajei ao estrangeiro, como vinha fazendo, mas passei dois dias no Rio de Janeiro e me mandei de lá querendo mais. já estou a engendrar algumas mudanças para 2016, na esperança de que seja um ano de ruptura; não de revoluções, nas quais descreio, mas de evoluções que permitam as devidas transições.

apesar do tom de balanço, esse não é o último post do ano; apenas me senti com vontade de tratar disso.

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