taças

a virada do ano foi uma época de ótimos vinhos. Ivens ofereceu um champanhe delicioso (M. Brugnon) de seu esquema exclusivo, enquanto o Otto abriu um Brunello (Villa Fabrizia) bem bom. da minha adega, abri uma excelente surpresa branca do norte italiano, um ribolla gialla (adoro o nome dessa uva) da Colutta, trazido de lá pelo Alexandre; um Gevrey-Chambertin (Geisweiler) de 2006 que já estava excepcional mas melhoraria com mais uns anos; um syrah do Alentejo (Cem Reis) comprado na Garrafeira Alfaia, em Lisboa.

estranho falar em syrah lusitano, mas o Pedro, dono da loja, jurou-me que a uva adaptou-se bem à região. de fato, o vinho é bem bom, apesar de eu ter ficado bolado com os 15% de álcool. na festa do ano novo em si, levei uma Taittinger para a festa e gostei, mas não tanto quanto a M. Brugnon ou outras menos conhecidas. no entanto, é o melhor champanhe mainstream que já bebi.

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