patchwork

(da colcha de retalhos do presente, umas impressões sobre o futuro)

os dias têm sido de uma onda de confusão, mas uma confusão boa. por um lado, é a impressão de pisar um terreno em que nunca pisei antes… como se andando em um lugar cheio de curvas, algumas bifurcações e com umas placas de sinalização evasivas. essas placas não dizem se é o rumo para onde você quer ir, mas também não negam.

você olha pra baixo e não enxerga onde está pisando. você olha pra trás: blurred lines. só dá para lembrar do caminho na memória, daí não se tem se ele foi assimilado como deveria ter sido… e tem de confiar nos seus instintos.

mas, ao mesmo tempo, rola um certo conforto porque você esperava o inesperado, e olha ele aí.

é algo como “eu sei para onde quero ir. não tenho certeza se é por aqui, mas o caminho até agora parece promissor – e surpreendente”. e isso me leva a uma outra constatação: a de que seja realmente esse o caminho, mas que seja uma volta um pouco mais longa. aí o jeito é tentar desfrutar do passeio.

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