Positano

o fôlego está curto; a boca, seca. dou voltas e voltas em torno de mim mesmo, querendo ganhar coragem e me aproximar. conto até dez, prometo que vou virar esse copo de bebida de uma só vez… e nem assim. ouço uma velha música que fala de esfinges sem usar a palavra esfinge, e nem assim consigo entender.

não estou em paz. não há o que se fazer… mas peraí, há sim. mas antes de virar duas páginas, penso nos custos e não viro nenhuma. fecho o livro – escrito em língua estrangeira que não domino -, e ainda não estou em paz. divagando e postergando, o dia se foi; é noite, e sonhar com ela, mais do que falta de imaginação, é um reflexo.

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