Buddha Bar

você já tem o mundo para abraçar, já tem (muito) com que se preocupar. mas, mesmo assim, faz questão de buscar o mais vasto, o mais complexo, o mais difícil. porque é inerente da sua natureza, porque é isso que te faz feliz – ou que, ao menos, é a machete que abre a clareira na mata, em busca de um curso d’água (preferencialmente agitada) para seguir.

daí você se lembra das suas aulas de sobrevivência na selva e vai fazendo seu caminho, entre a reinvenção da roda e a redescoberta do tempo, até que o mato se acaba e a água se desvela. você bebe e segue rente ao rio, sem querer uma trilha feita ou um diagrama, em nome do gosto pelo instável. ou melhor, pelo instinto, ainda que ele te possa trair: pelo menos foi feito do seu jeito.

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