sardo

não registrei aqui que rolaram uns encontros da galera na casa de Dirceu & Amanda, mês passado, e que tomei dois vinhos razoáveis nessas ocasiões: um é um pinot noir da Borgonha que é facilmente encontrado em supermercados, o Pasquier Desvignes. vinho de grande produção, onipresente em Carrefours e Pães de Açúcar da vida, mas da uva certa do lugar certo. geralmente pedem uns R$ 70 nele mas, como já disse aqui, comprei minha garrafa numa promoção por… 29,90. não tem pretensões de ser o grande vinho da sua vida, mas é gostoso e bom para quem está a fim de um tinto não muito encorpado, já que o clima continua desértico. por até uns R$ 40, vale plenamente… acima disso já complica.

mais adequado, nessas horas, é um vinho rosado. e abri, num desses encontros, um Tre Torri Carignano de Sulcis, um italiano que comprei na Mistral. antes de comprar, fui verificar se a uva carignan é plantada na origem dele (Sardenha) ou se é modismo, e descobri que tem uns 500 anos que ela é criada por lá. depois desse esclarecimento, fui com tudo. resultado: o Tre Torri é refrescante como um rosado tem que ser, mas é um pouco apagado em termos de sabor – sem chegar a ser ruim de tudo, só sem graça mesmo. o Periquita rosado que tomamos quando o casal Márcio e Lia estava por aqui era mais frutado e mais gostoso – e custou um terço do preço. mas vinho é isso, vivendo e aprendendo.

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