bom humor

essa notícia é meio antiga, mas não podia deixar passar: viram a molecada francesa embriagada que roubou uma lhama? adoro essas coisas.

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tradição

quem diria: aos 32 anos de idade eu descobri que o panetone tradicional, com frutas cristalizadas, é mais gostoso que o chocotone, que como desde os tempos mais primórdios. não me leve a mal, eu AMO chocolate e sou chocodependente, mas as tão polêmicas frutas simplesmente caem melhor com a massa do panetone – que é a grande delícia da coisa.

provavelmente o ponto de inflexão foi, uns anos atrás, o panetone Eugênio que ganhei. ele é (era?) feito artesanalmente por um bando de malucos de Lorena, São Paulo, e foi o mais gostoso que comi. fresquinho, mal saído do forno… e com um delicioso toque de côco entre as frutas cristalizadas, uma ideia e tanto. mas imagino que meus amigos prefiram por larga margem o chocotone. queria saber o que eles acham disso, em especial a Heloísa e o Fabiano. e queria encomendar uns panetones pro Eugênio… vou falar com ele sobre isso.

on with the dance

ontem fui parar no hospital. não foi planejado, eu já estou bem e foi uma chatice. tudo porque esqueci de tomar um remédio durante dois dias seguidos, no início da semana. resultado: dor de cabeça crônica, sonolência acompanhada de insônia (você sente muita vontade de dormir, mas não consegue), regurgitamentos, ânsia, tremores e dificuldades extremas de concentração – cheguei a simplesmente não ver um meio-fio, que acertei quando estava chegando ao Santa Lúcia, onde fui atendido.

depois de um atendimento inicial que constatou minha pressão normal (12:7) e os batimentos cardíacos idem (85), esperei um tempinho; chamado, contei ao médico do remédio que tomo, ele recomendou que eu voltasse ao doutor que me prescreveu, com o que concordei. mas eu precisava de uma estabilização, e ele me deu um Valium, uma injeção de Novalgina e outra de algum remédio cujo nome se parece com o do Dilaudid (mas, felizmente, não é esse).

tomei isso, senti uma melhora quase que imediata e fui à casa do Ivens para ver UFC – menos pelo evento do que pelos amigos. hoje estou melhor e até consegui ler um pouco, umas 50 páginas. é pouco, mas é uma retomada.

normal

depois de passar o primeiro dia embaixo do sofá da sala, Julieta saiu. primeiro ela arrumou um cantinho escondido no quarto de empregada, num vão entre o colchão e os armários. achei-a lá, quando cheguei em casa depois da sessão UFC na morada de Ivens do Gama, e a trouxe para a sala, onde ficam comida, água e caixa de areia.

hoje cedo, peguei o brinquedinho para gatos dado pela Taís, minha vizinha cat lover, e fui brincar com a Juju. ela se soltou, ficou bem mais tranquila e agora já anda pela casa com desenvoltura. aprendeu a usar a caixa de areia, comeu bem, já subiu na janela do meu quarto, na minha cama, no sofá… e já entrou no guarda-roupa.

apesar de aliviado, ainda estou um pouco assustado, talvez pelo fato de que é o primeiro gato de que cuido sozinho. todos os outros foram com a família, ou então eram as gatas da Luciana. pelo menos peguei as manhas da coisa antes de trazer a Julieta para casa, então pode não ser tão difícil. e eis aqui uma foto dela, que é bem mais gracinha ao vivo:

julieta

em casa

depois de alimentar essa vontade por um bom tempo, hoje finalmente aconteceu: adotei uma gatinha. desci até a feirinha de adoção da 413 Sul e, depois de ver vários filhotes, trouxe para casa a Julieta, uma tartarugada que não é tão filhote assim (tem seis meses). depois de uma breve consulta com duas veterinárias, que ainda cortaram as unhas dela, comprei todo o aparato e doei um saco de ração para o abrigo que cuidava dela.

parece que a Julieta (nome que eu dei) foi adotada anteriormente por uma família, mas a criança da casa não gostou dela, então a coitadinha foi devolvida. azar desse povo e sorte a minha: a gata é um doce, quietinha, e mal comecei a fazer carinho e ela começou a ronronar. desde que ela chegou em casa ela está escondida embaixo do sofá, mas é normal: gatos levam alguns dias até tomarem coragem para sair de um esconderijo e se aclimatar ao lugar onde vão viver. quando ela sair de lá, tiro umas fotos e coloco aqui.