culto

Blumenau, a capital nacional dos carros que atravessam paredes. que medo.

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fome zero

bati meu recorde negativo de comida no restaurante por quilo: 298 gramas. coisas da dieta: nada de legumes nessa fase, nem mesmo tomate. só arroz integral ou batata, carne e folhas.

sim, eu quero um Stacker triplo com um milkshake de Crunch do Burger King (que é melhor que o de Ovomaltine do Bob’s, acreditem). sim, eu quero para agora.

definitivo

em meio à sessão em que a Câmara dos Deputados recebia a Yoani Sánchez, mesmo sob o protesto das gralhas do PT, havia umas vozes bem lúcidas. uma delas é a do grande Jair Bolsonaro. a patroa me manda trecho de uma reportagem que diz que ocupou a tribuna e disse aos gritos em direção aos que protestavam contra a blogueira: “Vai para Cuba. Vai para Cuba. Lá que é bom”.

gênio.

que nada

Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.

(…)

Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.

nota dez para esse texto da Carmen Guerreiro, sobre como os medíocres veem a “arrogância”. (via Bruno)