corvo

quando chego em casa e lembro que não passei no supermercado, e que vários itens estão em falta, dá uma sensação bem ruim. nessas horas a expressão que me vem à cabeça é “que merda”.

exceto quando falta Activia…

saúde

uma boa notícia hipocondríaca: depois de mais de um ano longe das prateleiras, o Naldecon, melhor antigripal que esse país já teve, voltou. a produção foi encerrada no Brasil e o governo vinha se recusando, por meio de uma série de exigências incabíveis, a autorizar a importação do medicamento, agora feito no México.

como antigripal (ruim) é o que não falta por aqui, a questão não recebeu tratamento prioritário. nisso, o mercado ficou sem nenhum remédio que não desse sono como efeito colateral – o Naldecon Dia era o único a não ter anti-histamínico e mesmo assim ser efetivo contra a gripe, salvando a pele de quem não queria ter o dia prejudicado pela falta de produtividade que rolava.

sem contar que o Naldecon Noite é cem vezes melhor que o Resfenol, queridinho de muita gente.

burros n’água

da coluna da Mônica Bergamo, na Folha de hoje:

Arca de Noé

O cruzeiro É o Amor, de Zezé Di Camargo e Luciano, terá leilão de gado a bordo. Em 1º de fevereiro, o pregão virtual será de cavalos quarto de milha. No dia seguinte, de vacas da raça nelore.

só quero que o Canal Rural transmita isso. por favor.

greyscale

uma pauta interessante para uma editoria de cultura é acompanhar o número de exemplares de “Cinquenta tons de cinza” que vai parar nos sebos, e o desempenho do livro por lá. uma consulta à Estante Virtual, hoje, mostra o número de 275 cópias do livro. não duvido que a coisa ganhe proporções malthusianas e tenhamos dois mil livros até o fim do ano.

vexame

assim que essa matéria foi publicada, milhares de playboys donos de Golf devem ter pensado “WTF?”. e é para morrer de ódio mesmo: o carro tomou pau de um Jac J2. eu mesmo mandei a matéria para um amigo playboy, dono de Golf (oi, Eugênio) e ele não respondeu. deve estar na garagem, xingando e chutando o para-choque dianteiro…