sem título

oi, eu estou aqui. em Deprelândia, mas vivo… e bem. continuo estudando, lendo sobre coisas que interessam, pensando em coisas para escrever. mas estou bloqueado.

eis aqui uma lista de assuntos dos quais deveria tratar:

– uma visita a Paraibuna
– o vinho do meu primo
– a maldição da língua portuguesa
– discussões sobre cultura

uma hora eu destravo, eu sei. por ora, feliz Natal a todos nós, que é o que interessa.

quebrou

esse foi o ano em que os fabricantes orientais viram que o que dá dinheiro no Brasil é carro pequeno, e se preocuparam em lançar os seus.

a Nissan lançou o March, um carrinho legal e que infelizmente foi depenado para ser vendido aqui. se tivesse um padrão de acabamento um pouco melhor e o nome europeu (Micra), seria ainda melhor. a Hyundai pegou o insosso i20 e fez uma versão brasileira que incrivelmente é mais bonita e com padrão de qualidade semelhante, chamada HB20. vende igual pão quente: já é o oitavo carro mais vendido do país.

quem mandou mal mesmo foi a Toyota: ao invés de trazer para cá o Yaris, que é vendido tanto em mercados desenvolvidos quanto em subdesenvolvidos (é uma praga no Peru, por exemplo), trouxe o Etios, feito para o mercado indiano. tosco, feio, com um painel de dar medo. segundo alguém comentou numa matéria da “Autoesporte”, é “o resultado do cruzamento de uma balança Filizola com um Logan batido”. só que não é precificado pelo que vale, e sim na média de seus concorrentes – leis do capitalismo, normal. o problema é que um produto espartano desse jeito é vendido ao lado de coisa muito melhor – ou não: o Etios está vendendo um sétimo do que o HB20 vende. bem feito.

peróxido

nada como se deparar, às oito da manhã, com uma manchete do tipo “bonitão da ‘Fazenda’ promete acalmar affair dormindo de conchinha”. frases assim inauguram a categoria “que p**** é essa?” do dia bem antes que o esperado.