creize

que livro bizarro.

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nonsense

queria entender porque um laboratório de exames clínicos contrata alguém para ficar cantando e tocando violão na recepção, às sete e meia da manhã. hoje cedo fui tirar sangue e deixar umas amostras, daí estou lá no guichê sendo atendido e o cidadão lá no fundo, tocando e cantando “Preciso dizer que te amo”.

se música ao vivo já é um saco em bares e restaurantes, imagine a cena no laboratório…

contragolpe

a BMW decidiu quebrar mais de 50 anos de tradição e adotar (ergh) tração dianteira nos carros?

tudo bem, a Audi pode dar o troco e fazer o primeiro carro de tração traseira da história da marca, numa cortesia da Porsche. seria, ainda, o primeiro carro de configuração FR (motor na frente e tração atrás, como Deus mandou) da história do grupo Volkswagen, à exceção da infame versão argentina do Dodge Polara.

mas o mais importante de tudo: seria um senhor carro. estou torcendo.

assim

fui e voltei de Paraibuna ontem mesmo. apesar de meu pai dizer que “não precisava”, eu tinha de ir e pronto.

fiz o certo: é bom ver a família toda, mas é péssimo ver que a reunião se dá por algo tão triste. todo mundo arrasado, como não podia ser. meu pai fez um discurso prolixo antes de o cortejo subir para a missa de corpo presente. falou demais, citou T.S. Eliot, fugiu um pouco do assunto e foi repreendido pelo meu tio Valmir. segurei uma das alças do caixão no caminho para a missa de corpo presente, e depois dela, o enterro. não há muito o que dizer, exceto pelo fato de que continua a ser a coisa mais triste do mundo.

a última morte na família havia sido há dezenove anos, quando minha bisavó, d. Escolástica (1899-1993), mãe da minha avó falecida anteontem, se foi. a morte de dona Vicentina deixa um vazio que já é sentido pela gente, e com o qual vamos aprender a conviver. e é isso.

desce

se a semana já não estava bem por conta da coluna e dos exames e trabalhos pra faculdade, piorou: na hora do almoço perdi minha avó paterna, dona Vicentina (1929-2012), e estou nesse momento procurando um jeito de comparecer ao funeral, amanhã cedo. descansa em paz, vó.

salto

vergonhosamente, fiquei uma semana inteira sem escrever aqui. nunca é bom, mas tenho bons álibis:

– como alguns amigos próximos já sabem, voltei para a faculdade. estou fazendo minha segunda graduação, e agora é aquela que já deveria ter feito. pode ser que não seja o que eu quero? pode. mas por enquanto é e eu prefiro tentar do que passar o resto dos meus dias na base do “e se?”;
– tem ainda uma prova, no mês que vem, fora da faculdade. todo o meu tempo livre, representado pela equação [TL = TT – TJ – TF + TFP] (legenda abaixo) está sendo direcionado para os estudos para essa prova, então é ainda menos tempo.
– minha saúde se deteriorou essa semana. as costas doem, as ecografias para a tireoide se aproximam – e trazem, consigo, uma dieta de hospital para a véspera. vamos lá, não há de ser nada…

TL = tempo livre
TT = tempo total
TJ = tempo na Telerj
TF = tempo na faculdade
TFP = tempo na faculdade em aulas de professores petistas (que eu uso pra estudar pra essa prova e, de vez em quando, dar uma estocada)