hula-hula

outra excelente higiene mental, que até pessoas que não dirigem reconhecem, é exatamente essa: pegar o carro e dar umas voltas.

duas semanas atrás, a Kim começou a apresentar problema na partida. a ignição só completava quando a bandida queria, e fiquei duas vezes na mão por causa disso. a explicação do moço do auto-socorro enviado pela seguradora foi confirmada pela Clínica do Carro: era hora de trocar o sensor de rotação.

sensor trocado, precisei fazer uns testes assim que o carro saiu da oficina, na manhã do sábado. ligou todas as vezes, tanto com o motor frio quanto quente, em todos os intervalos de tempo em que requeri. perfeito. com o tanque cheio de gasolina Pódium (eu boicoto a Petrobras, mas resolvi fazer um teste com ela por querer saber seus efeitos práticos), dei a volta do Lago Norte para o Lago Sul. no final de uma reta, cravei a maior velocidade que já atingi com a Kim: 105,6 milhas por hora. ainda abaixo das 125 mph que atingi com o Civic do meu pai na Dutra, dois anos atrás, mas uma marca respeitável – ainda mais porque a reta com a Kim era consideravelmente menor e mais estreita.

podia ter ido até umas 110 milhas, na real: o carro estava impassível, sem tremer (ao contrário do Honda, que a partir das 105 milhas samba na sua mão). mas aí a prudência e uma leve paúra ao me aproximar do fim da reta falaram mais alto.

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