aerodinâmica

daí uma revista de luxo publica uma reportagem sobre o Mercedes-Benz C 63 AMG. primeiro ela esquece o “Benz” do nome, mas vá lá, sem perfeccionismo. abaixo dessa chamada, o título diz “sedã + esportivo”, mas as fotos mostradas são todas da versão cupê e o texto abre dizendo que o carro “acabou de chegar ao Brasil” – o sedã está à venda desde 2008. o cupê sim chegou há pouco tempo, mas no corpo do texto o autor continua a se referir a ele como sedã.

daí você engole a confusão e tem de ler coisas como “por isso, a vantagem do design do estofamento mas fez falta um detector de radares” ou que outro carro da marca, o SLS AMG é “conhecido com asa-de-gaivota”. para arrematar, a biografia do autor diz que ele “orgulha-se de ter trabalhado em 50 edições de Wish Report”, que é uma boa revista, mas pera aí: como ele conseguiu ficar tanto tempo lá com esse texto? a resposta vem logo a seguir: “entre um parágrafo e outro, troca as fraudas do filho”.

“fraudas”. socorro…

p.s.: nem quis falar do ridículo que é alguém usar a palavra “montadora” no lugar de “fabricante”, de tão espalhado que é o erro. mas se o cara é o editor da área no site, deveria pelo menos saber dessa…

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