mito?

turma do Pasquim, toda uma geração de tios a tocar violão de barriga de fora, desafiando uma ditadura que se sentia desafiada com piadas de pavê (…) ok, mas tinham charme, você dirá. Ao que responderei que você evidentemente nunca viu uma foto desses homens de costeleta, fumando o “fino que satisfaz” em um bar mal-iluminado. Ou uma simples foto do Ruy Castro de sunga. Uma coisa digo de bom sobre eles, no entanto. Comparados com a geração atual de esquerdistas boêmios que frequenta certos bares de São Paulo, a turma do Pasquim parece o círculo de Goethe em Weimar.

Alexandre Soares Silva, escrevendo mais alguma coisa que eu adoraria ter escrito. e que aparentemente matou o Millôr. (via Jonas)

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