momento

o suplemento de final de semana do “Financial Times” trouxe uma pergunta sobre a qual eu penso algumas vezes: “o que significa ser adulto?”. já disse aqui que a primeira vez que me senti adulto foi no quarto ano da faculdade, mas mesmo assim a impressão que se tem é de que a passagem é tão sutil que não se percebe. e gostei de ver isso aqui no texto:

it is no wonder that many who divert from this straightforward path don’t feel like “proper” grown-ups. We also seem to be getting less willing to put away childish things. Despite proper jobs, we relax by reading Harry Potter or firing paint balls or playing computer games.

Even those who tick all the conventional boxes often have the nagging feeling that they’re not as mature as they should be. Perhaps it’s because as we age, we find that the gap between how many years have actually passed and how few seem to have done so grows. When the person inside you seems to be younger than the face in the mirror, we inevitably feel our minds are lagging behind our bodies in maturity.

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