foulard

a situação de agora é a seguinte:

– estou morrendo de dores nas pernas, culpa da malhação de terça-feira (ontem foi no peitoral e provavelmente só sentirei a ressaca muscular amanhã);
– ando com uns pensamentos consumistas do passado voltando à mente;
– uma chuva forte vai se armando no horizonte;
– quero jantar em um lugar legal, mas onde nunca estive. alguma sugestão?

insistente

olhando em retrospecto para os dias em que fiquei gripado, a sensação é a de que nunca tomei tanto remédio na vida, até quando estive mais doente.

espero que isso não acelere o meu juízo final.

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descobri hoje o motivo pelo qual o Chus Tapiscos estava fechado no sábado, quando pretendíamos ir lá: o restaurante já era. na página dele, apenas a logo, mais nada, nem um “hasta la vista”. uma pena: o Chus tinha suplantado o Taypá no meu top 3 de restaurantes brasilienses (Tanoor e Tratoria da Rosário completam), tinha a melhor sangria do Distrito Federal, umas tapas fantásticas – e eu não tive tempo de encarar o menu degustação deles.

nhé.

*

a nova bateria do notebook funcionou ontem por quase três horas e ainda tinha pouco menos de 50% da carga, então ela é um sucesso. se precisar de uma para o seu, recomendo que compre no eBay, dessa loja: preço razoável, produto de qualidade, tudo perfeito.

Butão

chegou hoje a nova bateria para o meu velho notebook, que há dois anos não sabia o que era funcionar fora da tomada (ele está comigo há quatro). carreguei a novata e, em 32 minutos desplugados, a bateria permanece com 90% de carga, o que projeta pouco mais de cinco horas de autonomia.

gostei, viu? é bem capaz que compre outra (também no eBay). antes disso, um disco rígido externo, uma bela limpeza… e o conserto do alto-falante estourado.

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levei um presente para o meu orientador da monografia, como agradecimento pela supervisão e também pelo esforço dispendido comigo durante o curso. conversamos rapidamente, e parece que em menos de dois meses o diploma está pronto.

nunca pensei nisso durante o curso, mas agora que ele acabou eu descobri qual a melhor coisa de tê-lo feito, além dos contatos: o diploma de cientista político. nunca mais vou precisar falar “bacharel em Direito” (que sou) ou “advogado” (que não sou e, espero, nunca serei).

ainda posso encurtar as coisas e falar apenas que sou “cientista”. podem dizer o que quiser, mas começo a achar cool essa coisa de ciência política – ainda que no fundo seja só um cool relativo, dentro do que o mundo dos burocratas permite. mas é um começo.

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presente entregue, bateria trocada, academia a 105% (aumentei uns pesos), jantar feito, louça já lavada. falta alguma coisa? falta. graças à falta de rede na Telerj, não pude trabalhar direito lá nem atualizar o Geólogo. são dez da noite e ainda há muito o que fazer…

suco

com a morte do José Alencar, a minha agenda de trabalho na Telerj foi toda adiada para a semana que vem. ou seja, passarei a semana sem ter o que fazer.

aí chego aqui e a rede caiu. ou seja: além de não ter o que fazer, a internet funciona quando quer – e hoje mal tá rolando.

êêê…

odontoprev

continuo sem ter muito assunto, então vamos lá:

uma tempestade se aproximando;
todo mundo é uma decepção total;
– “cada criança com seu próprio canivete, cada líder com seu próprio trinta-e-oito“, já cantava Renato Russo;
– continuam os sinais do apocalipse: Facebook nos elevadores, ou quase isso. que chatice.

mudando de assunto, maquiagem é tudo. estou assistindo “Maria Antonieta”, e a produção do filme conseguiu um prodígio: deixaram a Kirsten Dunst gata. tudo bem, ela é charmosa, mas não é gata. só que, naquela cena em que ela entra na igreja para se casar com o Luís XIV… ela é a mulher mais bonita do mundo. inacreditável.