canetada

o Independent traz, em sua edição de hoje, uma lista de grandes obras da literatura que foram escritas em pouco tempo. de “Um estudo em vermelho” a “Pé na estrada”, de Graham Greene a Dostoiévski: uma lista interessante, com títulos escritos em uma média de seis semanas.

longe de querer me incluir neste rol, mas eu e meus amigos escrevemos “Como John Lennon pode mudar sua vida” em três semanas… :)

precaução 2

por outro lado, o impacto negativo do resultado das eleições de hoje, se acontecer o que dizem por aí, restringe-se ao meu psicológico: na minha vida prática, nada muda. é como disse o Don Draper: sou um homem branco, o resultado das eleições não me afeta. ao menos não em termos materiais.

precaução

palandi says: (15:52:11)
anota aí um endereço: SES 807 s/n lt 29 Brasília – DF, 70200-070 – (61) 3443-1444
palandi says: (15:52:16)
vamos precisar
Jonas says: (15:52:33)
de onde é?
palandi says: (15:52:50)
da embaixada sueca. fica a 2 quilômetros aqui de casa
Jonas says: (15:53:00)
:~

drinque

no começo do ano, uma das festas mais tradicionais do indie brasiliense, o CARNAVAL DO MAL, inovou ao introduzir o mijito, variação do mojito feita propositalmente nas coxas com o afã de noiar a galera. e veja bem, esse nome “mijito” foi considerado, entre os autores e organizadores, um achado.

pois bem: ainda em Nagóia, onde desfruta de uma viagem a trabalho, João Paulo conta a história de que uma noite saiu para comer algo e, folheando o cardápio do restaurante, deparou-se com… um mijito. depois de rir abertamente olhando para aquilo, sem que ninguém ao redor entendesse, ele sacou o telefone e bateu uma foto do erro tipográfico. no dia seguinte, pagou uma chamada internacional pro meu celular só para dizer que havia tomado um verdadeiro mijito, enviando-me a foto pouco depois.

fiquei de cara. é muita genialidade.

Suntory time o escambau, japonês toma é mijito!

norte

um antigo post do Jonas, que eu queria ter escrito:

O site da Amazon me recomenda a compra de Rumo ao Farol, de Virginia Woolf, porque eu li Retrato do Artista Quando Jovem, de James Joyce. Recomenda As Aventuras de Augie March, de Saul Bellow, porque eu li O Legado de Humboldt, do mesmo Bellow. Recomenda Se um Viajante Numa Noite de Inverno, de Italo Calvino, porque eu li Fogo Pálido, de Vladimir Nabokov. Recomenda Amada, de Toni Morrison, porque eu li Submundo, de Don DeLillo. Recomenda O Tambor, de Günter Grass, porque eu li Os Buddenbrooks, de Thomas Mann.

Ok.

Já o Submarino me recomenda Quando Nietzsche Chorou porque eu tenho Memórias do Subsolo. Recomenda Harry Potter e o Enigma do Príncipe, de J.K. Rowling, porque eu tenho Complô Contra a América, de Philip Roth. Recomenda Quase Tudo, de Danuza Leão, porque eu tenho Sábado, de Ian McEwan. Recomenda Nunca Desista de Seus Sonhos, de Augusto Cury, porque eu tenho Cinzas do Norte, de Milton Hatoum. Recomenda As Crônicas de Nárnia porque eu adicionei Ulisses à Lista de Desejos. E como não poderia deixar de ser, recomenda O Código da Vinci, de você-sabe-quem, porque eu tenho As Intermitências da Morte, de José Saramago.

Vai entender.

leste 2

(para o casal Fabiano e Heloísa, que não dão mais noticías por terem se mudado para Anadyr)

já que falei do leste europeu, vamos um pouco mais para o leste e conferirmos umas fotos da Rússia, porque o English Russia anda inspirado e colocou altas galerias interessantes:

essa aqui é da estrada ao largo do rio Yenisei, que nasce na Mongólia, passa pelo lago Baikal e depois continua (!!!), subindo pela Sibéria, atravessando Krasnoyarsk até Dudinka (isso mesmo, aquela do War), desembocando no Ártico;
– falei do Baikal, então aqui tem uma galeria de fotos das ferrovias, pontes (oi, Rodrigo) e leitos d’água da região, com belas imagens em preto-e-branco;
– em Moscou, umas fotos da cidade durante o dia. muito boas, especialmente as primeiras, mas não chegam aos pés da cidade à noite;
– por fim, a minha galeria preferida: um ensaio do fotógrafo Aleksey Bedny. vou procurar um dicionário de russo para conseguir uns adjetivos que definam essas fotos, o meu repertório em português parece não dar conta.

leste 1

This was a strange find. Noticing a beer sign that I did not recognize on the outside of my hotel I followed the signs towards “Pivniy Bar” that lead me up a stair. Behind closed doors I found a local with typical Eastern European style interior. Asking the waiter for a beer, and he immediately returned with an umarked glass poured from an unlabelled tap. I tried my best to ask for the brewery (my skills in Ukrainian is limited to say the least…), but this only caused confusion – until he got my point and pointed to the room next door. This was where the beer was brewed!

The beer itself was pale golden and lightly hazy – obviously unfiltered. It sported a wonderful, deep malt aroma, and butter malts also made up most of the flavour. It was medium dry with clean mouthfeel and a lightly grassy finish. A really good helles. And the price? 1.50Hryvnia (around US$0:30) per 0.5liter….

Per Forsgren, sueco que é um dos criadores do Ohhh… my head…, a melhor página de resenhas de cerveja na internet, em uma história saborosa de como chegou a uma das melhores cervejas da Ucrânia, na cidade de Uzhhorod.