pulso

umas dicas de páginas para você não morrer de tédio por aí. todo mundo aqui já conhece o “Joga meu chipe”? aí vai, para quem por acaso acabou de chegar de Netuno:

na semana passada eu vi pela primeira vez e chorei de rir. mais do que isso, reconheci no “Joga meu chipe” uma versão monólogo do “Trote da Telerj”, ou seja, um clássico instantâneo. daqui a 20 anos eu espero que a molecada repita “enfia esse fíu no rabo” da mesma forma que hoje nós falamos uns aos outros “grandes merda ser adevogado, e depois todo adevogado é viado mermo”.

de 400 mil visitas no último sábado, o número passou para 1,4 milhão hoje. e a bibliografia sobre o caso pulula: Pedro do chip recebe cantada das mulheres, dá entrevistas, atende a stalkers que publicam tudo no Youtube depois. não vejo a hora de meus amigos na Oi chamarem o pobre universitário para estrelar uma campanha publicitária, haha.

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outro sucesso de público e crítica, que eu vi no Twitter da minha irmã, foi o Resenha em 6, de São Paulo, que fez uma crítica em seis linhas de um bar de lá que tem todo o jeito de ser uma droga, e não só por ser em São Paulo. ao que parece, o dono do lugar ameaçou os caras nos comentários e, ato contínuo, a galera começou a defender a liberdade de expressão e a própria página. a coisa se transformou em um post de 515 comentários, tudo por causa de um texto de seis linhas… um fenômeno.

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outro fenômeno que descobri essa semana foi o Vida de Merda. apesar de meu amigo Guedes utilizar essa expressão desde 2002, a iniciativa da página não foi dele. conta os casos de gente que se ferrou em algum momento do dia e quis compartilhar a coisa na internet, mantendo o anonimato. tem alguns casos engraçadíssimos, e vários tristes. mas no geral, serve para mostrar que nunca estamos sozinhos com algumas coisas.

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passando das gracinhas para algo mais sério, a GQ americana trouxe, essa semana, um artigo bem interessante: “Os sete erros que todos nós cometemos” na hora de nos vestirmos. desde a calça errada ao comprimento das gravatas. o pior é que são coisas quase que inconscientes, então o artigo é para ser usado como referência mesmo. leia, guarde, coloque nos favoritos. ou então não venha reclamar que foi parar no Hipster Cafona.

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