camarão

Marcio Porto manda o vídeo mais sem-vergonha do mundo, que dá para ser visto aqui – gostei da parte do cara com o celular.

*

não tenho muito o que escrever hoje. passei o dia dormindo, depois de chegar em casa às seis e meia da manhã. dormi, acordei para ver um pedaço da Fórmula 1, dormi de novo, acordei às quatro da tarde, cozinhei, assisti futebol e foi isso. essa semana será um tanto pesada, mas vamos sobreviver a ela. então é isso, boa noite e até amanhã.

100

fazia uns dias que eu estava com vontade de kebab, e decidi que isso se resolveria no sábado, passando ali no shawarma do Posto da Torre. daí hoje me deu vontade de tomar cerveja, algo que geralmente não acontece tão facilmente – normalmente eu bebo cerveja é para ficar bêbado mesmo, sem essa baitolagem que é beber socialmente. mas onde é que eu acharia umas cervejas maneiras? senti vontade de tomar a Beck’s, com a qual tive pouco contato até hoje, mas aí havia um problema: onde encontrar Beck’s geladas em Brasília?

tinha que estar gelada, porque já estava perto do horário do almoço. fui buscar o shawarma ali na frente do Meliá e fiz, mentalmente, uma lista de lugares onde poderia encontrar a Beck’s geladinha. não deu outra: já no primeiro lugar, o Piauí, havia Beck’s, Quilmes e Leffe prontas para serem bebidas.

é muito Brasília knowledge.

*

e a ESPN estava passando Bayern de Munique versus Wolfsburg, um clássico do alemãozão 2010. eu adoro assistir jogos da Bundesliga, e em boa parte isso se deve ao Gerd Wenzel, comentarista desses jogos no canal: sabe tudo do campeonato, não é metido, tem um senso de humor bem sutil e fala português sem sotaque. para melhorar, sempre que acaba uma transmissão ele berra “tchau tchaaaauuuuuuuu” de um jeito que me abre um sorriso no rosto.

*


Paulo Maluf arrumou um Twitter
, e isso também me abriu um sorriso no rosto. por mais que eu discorde dele em certos pontos e que ele tenha superfaturado horrores, Malufão tentou arrumar Deprelândia (asfaltou a cidade toda, só não conseguiu foi dar um jeito no tédio), é engenheiro (profissão que cria os melhores políticos) e é liso igual quiabo, sabe lidar com a imprensa de um jeito espetacular.

momento airbag

sim, momento airbag. aqueles em que você gostaria que uma bolsa de ar saísse bem à sua frente, pra você esconder sua cara de tanta vergonha. o meu momento airbag do dia, até agora, veio lendo a coluna do Diogo Mainardi da Veja dessa semana, na qual ele lembra o que diz o nosso presidente:

Sobre a pobreza: “Somente quem passou fome sabe o que é a fome”. Sobre a dor de dente: “Somente quem já teve dor de dente sabe o que é uma dor de dente”. Sobre a imprensa: “Só tem notícia negativa”. Sobre a gramática: “Daqui a pouco vou falar en passant. Para quem tomou posse falando ‘menas laranja’, está chique demais”.

quinze meses, quinze meses…

risos

esse ano eu comecei a achar que minha memória já não é mais a mesma. já devo até ter escrito aqui algo sobre o assunto, mas não lembro.

o fato é que comecei a anotar meus compromissos no celular, a pedir cartões de visita para não esquecer nomes (quanto aos rostos, não tem jeito: eu esqueço mesmo), a publicar posts no blog do que tenho de fazer em um dia mais movimentado. ainda sei de cor a tabela periódica, embora o final das séries dos lantanídeos e dos actinídeos, que eu nunca soube totalmente de cor, continuam sem ser lembrados.

mas de vez em quando minha memória volta a ser como antes: depois que vi aqui um texto sobre o ProstiTwittess, um twitter só com anúncios de putas, lembrei que já tinha visto um blog, o Telefone Público, que mostra a verdadeira função dos orelhões.

não, não é te salvar de uma emergência nem fazer a inclusão do pobre no universo das telecomunicações: orelhão é pra isso aqui. a parte da memória é que, mesmo dois anos depois de ter visto esse blog pela última vez, eu lembrei do endereço exato dele. iei!

trincheira

segunda-feira vai ter guerra de novo, isso acabou de ser anunciado. e lá vamos nós de novo, carregando as armas, cavando as trincheiras, preparando a defesa, semeando a discórdia do lado inimigo. que eles não pensem que será fácil.