Rostov-on-Don

a Lisa me disse que ela fica um pouco frustrada de ter nascido para ser acadêmica e dar aulas, ao invés de para ser empresária. eu me sinto assim também, com a diferença de que nasci para ser assessor. o tragicômico da história, mais do que não ter nascido para isso, é saber dessa condição. mesmo assim, ela acredita que vai ser feliz, e eu tenho essa certeza – tanto para a vida dela quanto para a minha.

daí ela me falou da vontade que tem de, depois de encher as burras de grana com tecnologia, de investir em um determinado setor e, com o tempo, abrir um banco de microcrédito na Ásia. pelo sim, pelo não, já estou mandando meu currículo para ela, caso o banco abra filial em alguma república russa.

*

aniversário do Victor hoje: liguei para dar os parabéns e ele soube em primeira mão da minha dor no braço esquerdo, fruto de algum exercício mal-feito na academia durante a sessão de ontem. a resposta dele foi, de certa forma, um consolo: no pain, no gain, disse ele, evocando o Arnold Schwarzenegger em “Pumping iron”. espero que a situação do braço melhore de verdade até o final da tarde, para que eu esteja lá cumprindo isso à risca.

se não der para o braço, paciência: há uma esteira ergométrica ali para isso. e, voltando ao assunto original, parabéns ao Victor.

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