tumba

descobri hoje que tem uma frase, “o peixe vivo nada na água”, que é praticamente a mesma se falada em finlandês, estoniano ou húngaro, de modo que se algum nativo de um desses idiomas falar, os de outros podem entender numa boa. parece pouco, mas acho isso legal demais.

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haplóide

setembro vai ser um mês atípico. pela primeira vez desde que entrei na Telerj, vou entrar em férias. mas não sei como é que se tira férias, não sei como se planeja coisas do tipo. tem um horizonte de coisas até o dia primeiro de outubro, quando voltarei, e decidi que passaria as férias trabalhando; descolei um estágio no departamento jurídico de uma empresa tão promissora quanto interessante, e espero aprender sobre direito societário e comercial do melhor jeito possível: na marra, ajudando a empresa. sem remuneração, sem coisa nenhuma, só pelo prazer de fazer alguma coisa.

férias mesmo eu terei em 2010, quando espero viajar (Austrália? olá) e me ausentar por um longo período, vou ver a possibilidade de tirar sessenta dias seguidos. por ora, vamos ver até onde minha cabeça e meu corpo suportam. será bem gostoso, e algo inédito.

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ao mesmo tempo, uma pequena calmaria se instalou dentro de mim desde ontem, sem hora para me deixar. enquanto isso, vejo a vida com lentes cor-de-rosa nos meus óculos Chanel (essa frase ficou bem suspeita, não), rebolo loucamente ao som de “Supermassive black hole”, do Muse, e penso em uns outros projetos para o final deste ano e o começo do próximo. estou com mais vontade de escrever textos longos, nem que leve maiores intervalos de tempo… e vou reaprender a escrever ficção. ontem, comemorando as férias vindouras, escrevi um soneto de escárnio, cheio de palavrões, que não publicarei aqui por razões óbvias. isso me fez um bem danado, por pior que tenha ficado: prova de que a vontade de encher a página ainda existe. já é um começo pra um livro, não?

anis

a edição número 32 do “coisas que eu nunca te disse” foi ao ar no blog de uma amiga, que só pode ser lido com senha e cujo link eu não vou passar. porque assim evita mágoas, claro. mas não é nada de grave, e se eu não disse isso pessoalmente foi por preservação, nada mais que isso.

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saiu a bomba: perdi sete quilos em dois meses. sete. considerando que ganhei algo de massa muscular – e por isso a perda real é ainda maior -, estou surpreso. mas ainda há um longo caminho, mais uns cinco quilos a serem perdidos. celebrei a perda com uma garrafa de Gatorade frutas vermelhas (que eu só tomo de vez em quando, viu Boni?) e o mesmo rango de sempre. ganhar é bom, mas perder pode ser ainda melhor, dependendo do caso.

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alguém viu a matéria do CQC sobre o barulho nas obras do Metrô da jecolândia? eles botaram uma responsável pela área de relacionamentos com a sociedade pra dar entrevista no meio da bateria de uma escola de samba. bom demais, os caras são djenios. bem que eu podia chamá-los pra derrubar a entrada do Pontão do Lago Sul, não? :)