calcio

minha Suécia perdeu? sem problema, meu Santos compensa.

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e esse CQC? tô assistindo aqui, bem legal. no youtoba já rola discussão pra saber se é melhor que o Pânico, mas são estilos diferentes: um tem gostosas, o outro não. simples assim.

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se eu fosse trocar de carro hoje, compraria a nova versão do Mégane, que sai daqui a dois meses. com aquele pacote esportivo e com adesivos em preto lacado para o painel, dentre outras coisas. o meu seria verde ou angorá, ainda não sei. mas por que estou dizendo isso? ah, lembrei: não tenho assunto.

sanidade

"- Maria?"
"- oi?"
"- a chefe não ia viajar essa semana?"
"- ela vai viajar amanhã à noite."
"- séééério?"
"- é."
"- então quer dizer que quinta e sexta eu posso vir trabalhar de cueca?"
"- não, não pode." (rindo)
"- pô Maria, trabalhar sem cueca é difícil."

jabuticaba

uma volta mais devagar: faz tanto tempo assim que estou parado? na verdade não… essa prova do final de semana é que me deixou bastante cansado. mas está longe de me matar. até porque, depois da última prova existem coisas legais pra se fazer, e eu passei um bom tempo com elas.

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hora de ir ao supermercado, ser criativo e dar um reload na despensa: andei pedindo dicas de coisas legais para se comprar, vendo listas de compras alheias, consultando páginas de receitas… dá trabalho fazer comida legal, né? mas é preciso. como diria aquele slogan da Volvo, é pela vida.

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ah, lembrei: uma garrafa de champanhe!

onírico

então eu estava na 106 sul, quinta-feira à noite, com vários amigos em volta. comida legal, Coca Light, conversa fluindo, ar-condicionado forte como deve ser, música boa. pensava em várias coisas: no pé-direito alto do lugar, em planos para o trabalho, em tomar vergonha na cara e levar algumas coisas a sério – mas nada fatal.

várias meninas lindas no ambiente, dentre elas uma versão melhorada da Britney Spears no auge. nem me aproximei delas, não achei que fosse preciso. apenas relaxei e constatei que ali eu era uma pessoa feliz. com dez quilos a mais, lutando a cada mês para equilibrar o orçamento e sem amar ninguém, mas feliz. e não me faltava absolutamente nada: até a paz de espírito, aquela desgraçada, estava ali comigo.

e quando começou a tocar “Relax, take it easy”, aquela música do Mika que eu odiava apenas seis meses atrás, a última peça se encaixou. e eu não só vivi feliz para sempre naquela noite como ganhei coisas para pensar em todos os dias.