Joanna

Joanna
I can’t forget the one they call Joanna
We owned the summer, hand in hand Joanna
And now she’s always just a tear away
Goodbye you, you long lost summer
Leaving me behind you
Revealing things for lovers that may find you
I still hang on to every word that day, you passed my way
Joanna
You made the man a child again, so sweetly
He breathed your smile
Lived in your eyes completely
And on his heart there’s still a trace of you
I love you but nothing in this world could make you mine
Yet still in time
Joanna
Joanna, you may remember me and change your mind

isso é “Joanna”, que, na versão do Scott Walker, é uma das músicas mais tristes da história. como se “Big Louise” já não fosse de se cortar os pulsos…

reciclando o passado

essa entrada abaixo foi escrita para meu blógue secreto, que durou de junho a agosto. se alguém quiser ler o conteúdo, mande-me uma mensagem com uma boa razão para querer lê-los. se eu gostar da mensagem, mando os textos.

*

sete e quinze e o céu já está azul, como a muitos quilômetros daqui existe um mar da mesma cor e lá no radio-que-o-parta do horizonte os dois se confluem, beijando-se e dando as costas para o sol. daqui a poucos minutos eu acordo, excitado e com vontade de jogar um par de meias em alguém, enquanto resmungo a caminho do meu primeiro copo d’água do dia. fosse você um oceano, eu mergulharia em você e fundaria uma Atlântida qualquer no coração; fosse um rio, eu desviaria seu curso para me abraçar e deixar o meu jardim mais verde; fosse uma piscina, eu te trataria com carinho e cloro, flutuando na esperança de que um dia tivéssemos crianças para nadar.

mas você é um copo d’água, então tudo o que posso fazer é me manter hidratado e me encher de você, pouco a pouco, até que o seu sorriso abra as comportas e inunde o mundo onde vivo. esse mesmo que, apesar da escassez de recursos, ainda tem um solo bem fértil.

*

engraçado é que eu não sinto tanta vergonha do que escrevi nele, como sinto com todas as outras coisas que já transformei em palavras. tirando, é claro, por aquele “acidente” do cursinho e o que foi escrito sobre ele na época…

tilt

desde a tarde de ontem eu não entro em nenhum portal de notícias brasileiro (UOL, Terra, etc). não quero ver nada sobre eleições na minha frente, com um resultado infeliz como o registrado. não quero. quanto ao segundo mandato, vier Jahre vergehen schnell – ou pelo menos assim espero.

quatro anos outra vez

– vergonha nacional
– Brasil, país de merda
– vitória dos ignorantes, quem disse que as elites dominam o Brasil?
– errar uma vez é humano, errar duas vezes só podia ser brasileiro: gosta de apanhar
– eu votei 99, não reclamem comigo!
– vai, Brasil! deixa a quadrilha do barbudo levar tudo!
– Brasil, país de povo burro!
– é Lula de novo com a culpa do povo!
– Brasil: República da cesta básica
– o lugar do Lula é na cadeia, não na Presidência

essas dez frases foram extraídas do MSN de alguns amigos, frente ao futuro político que se desfralda para os próximos quatro anos do país. acho que não preciso complementar nada…

go-go

o primeiro dígito do meu peso, quem diria, voltou a ser 7.

I am born again.

*

agora o esforço é perder mais sete e ganhar músculos suficientes para disputar com Craudio, Guedes e Pipe o terceiro lugar no ranking dos mais bombados – que poderia ter o Marcelo também, mas sempre aparece uma carne-de-sol no caminho dele, já repararam? o primeiro lugar eterno é do Baiano, que tomou meio envelope de proteína de aveia dez anos atrás e está musculoso até hoje; a segunda posição, quase tão eterna quanto a primeira, é do Victor.

outra coisa importante é endireitar a coluna, já que eu sou um falso gordo por causa da minha péssima postura. ortopedista, colete, RPG: o que for preciso eu tô fazendo. ah, se eu soubesse que minha mochila da quinta série teria conseqüências até hoje…

*

depois de aparecer ontem com um McNífico Bacon, Lelo apareceu hoje com duas marmitex caprichadas de carne-de-sol com feijão branco, arroz, macaxeira e paçoca de carne, sendo que ele já havia comido.

acho que ele tá pedindo pra ser espancado.

infernal

(…) A última oferta é este CLS 63, um carro que perpetua o legado da AMG em parecer, soar e acelerar como se fosse projetado pelo satã como presente de aniversário para Donald Rumsfeld (…)

adoro quando o Top Gear coloca esse tipo de metáfora na análise dos carros…