pregos sans frontières
o troféu “Prego sem fronteiras” do mês de maio foi para nosso amigo Pedro Barbosa, que some do mapa e, quando volta, é só pra dizer que sumiu… e some de novo.

os leitores portugueses deste blógue já perceberam que, para além do sentido de “sanduíche de carne” que é adoptado por aí e do sentido de ferramenta metálica usada para fixação de coisas que é utilizado tanto por aí quanto cá no Brasil, “prego” é uma gíria mandioca para definir aquelas pessoas que gostam de, ahn, “azucrinar” ou se fingem de tontos quando, na verdade, são grandes espertinhos. portanto, Pedro, és um prego. apareça e discutiremos isto a fundo… :)

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bodinho
sucesso da hora do almoço, enquanto passo mal e não almoço: Roots & Cody Chestnutt – “The seed (v2.0)”. seja lá do que for essa p**** dessa semente, não tenho como provar. será que se eu pedir um envelope de Eno pro Alexandre ele me manda?
(não, Alê, não é aquele disco do Brian Eno que você ouve em segredo…)

heavier than heaven
fui ao restaurante mexicano ontem e comi demais, a ponto de sair carregado. por dentro, claro. saí prometendo ficar oito dias sem comer nada, alimentando-me apenas de luz. hoje estou passando a folhas e chá, mais nada. o momento em que eu, ontem, antes de comer no Chili Pepper, peguei uma caixa de chá verde e dois envelopes de Clight Tea no Pão de Açúcar foi uma iluminação. agora é só administrar a crise, arrochando na medida do possível… e esperar as coisas se reestabelecerem.

o mundo é um prego II
aos trinta e três minutos do primeiro tempo do rachão Brasil x Lucerna, nosso amado Galvão Bueno solta: “sempre que você visualizar uma sigla para a Costa do Marfim na Copa, verá que ela é CIV. como o idioma do país é o francês, adotou-se a sigla para o nome em francês, Cote d’Ivoire”.

achei prego da parte dele.

o mundo é um prego I
como parte de futuros projetos profissionais, bati um fio para a Ford e me ofereci, prego que só, para fazer um test drive no Fusion. recebi uma ligação de uma concessionária brasiliense, nesta tarde, dizendo que o veículo já está à minha disposição. e aí, prego ou não?