essa é boa
Clodovil pensando em ser candidato a deputado pelo PSOL. se for pelo Distrito Federal, voto nele.

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mundo indie
notícias desse mundo de onde saí no ano passado para entrar pro jazz:

no Globo de hoje, mais precisamente na “Gente boa“, vem essa:

Luciano Vianna, produtor e DJ da festa Ploc, avança, de olho em mais uma fatia do mercado dos anos oitenta. Dia 8, ele lança a grife Ploc, com camisas do Mussum, da Smurfete e do Playmobil, e o DVD com shows de Rosana e Paquitas.

se por um lado o LV só vai comercializar lixo, por outro é bom saber que ele é capitalista. a outra notícia desse poste é que na coluna de amanhã o Lúcio vai falar de críticas negativas a artistas, mencionando a resenha do Pitchfork sobre o último do Weezer e, talvez, a deles sobre o Dandy Warhols novo, uma do Guardian sobre uma apresentação do 50 Cent e o crítico do New York Times descascando o Coldplay. não tem nada de notícia, no final… é só pra estragar a surpresa da coluna e dizer “você leu aqui antes”. acho que é só.

já?
uma semana sem horários. sem regras. porque qualquer tentativa de ter uma regra vai me valer tempo e esforço em vão. acordar às sete e meia da manhã, dormir de novo às dez, acordar às onze, dormir à uma e acordar às três e meia da tarde, para almoçar às quatro. mas anteontem eu só fui comer às seis, então estou melhor – estatisticamente. aí vem a frase do Marcelo – “se eu comi dois frangos e você nenhum, estatisticamente cada um comeu um” – uma música do Elvis Costello (sim, “Alison”), umas vontades inconcebíveis, um trabalho sobre esferas públicas de discussão, a intromissão na vida dos outros, um email do meu irmão dizendo “parabéns, você tem uma Alison”.

às vezes eu gostaria de poder fazer você parar de falar,
quando escuto todas as coisas bobas que você diz
acho que alguém deveria apagar as luzes
porque eu não consigo te enxergar dessa maneira

não estou com a cabeça no lugar, só geograficamente mesmo. algum dia já estive com ela onde deveria? não, mesmo com o trocadilho. talvez fosse melhor voltar pra cama e ficar dormindo-e-acordando e não pensando nessas coisas. as coisas não estão perdidas, eu não estou perdido, o condicionador fez efeito nos meus cabelos. pena não ter mudado certas coisas dentro da minha cabeça.

*

tenho de ver o Elvis Costello no rio. isso é um exemplo de frase no imperativo, mesmo sendo na primeira do singular, que os gramáticos dizem não existir nesse tempo. às favas com eles, eu tenho de ver o mestre e esperar que ele toque “Alison”. se não tocar, já vai ter valido a pena viver. e muito.

*

it’s business time.

Haiti
eu defendo o cara, mas essa piadola da Popbitch é maneiríssima…

Donald Rumsfeld is briefing the President, “Yesterday, three Brazilian soldiers were killed. “OH NO!” cries the President, “…but how many is a brazillion?”

… e o primeiro mundo humilha a galera
msn morto. diz:
ja assegurei cinco ingressos para shows
msn morto. diz:
dEUS, segunda feira
kevlarsjäl diz:
morra, spalding
msn morto. diz:
andrew bird + laura veirs, quinta feira
kevlarsjäl diz:
CARALHO
msn morto. diz:
antony and the johnsons + the go team + devandra banhart + artic monkeys + futureheads + kaiser chiefs + maximo park + hard-fi em novembro
msn morto. diz:
e um tal de tom vek, que era de graça

comum
aí o alarme por telecomando do Peugeot 206 de um vizinho de frente resolveu falhar e ele passou um pequeno vexame em público, enquanto eu assistia a tudo da varanda e pensava, desolado: “que marca amaldiçoada”…