pedras nos rins

do Terra:

O salário mínimo pode ser elevado para R$ 281 no próximo ano, caso as projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e inflação contidas no projeto de Orçamento para 2005 se confirmem. Segundo o ministro do Planejamento, Guido Mantega, que entregou a proposta orçamentária hoje ao Congresso, o reajuste do salário mínimo, atualmente em R$ 260, será vinculado ao crescimento real da economia no próximo ano.

pior do que o valor em si é ter orgulho de anunciá-lo seis meses antes. deus do céu, que vergonha…

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trocando os pés pelas mãos

o Luís Fabiano foi vendido ao Futebol Clube do Porto por € 8 milhões. é justo, pelo futebol que ele apresenta. mas como pode o Porto pagar € 7 milhões pelo Diego, que joga ainda melhor, e desembolsar mais pelo ex-tricolor?

ouvidos

meus dois ouvidos atualmente prestam atenção à versão de “Shipbuilding” que o Suede gravou em 1995. ela não é, em hipótese alguma, superior ou igualmente boa em relação à original, porque esta tinha um Elvis Costello com vocais inspirados, um belo arranjo bem mais jazzy e, acima de tudo, o Chet Baker. mas a versão do Suede imprime uma beleza diferente, evocando o contexto em que foi lançada (na coletânea “Help!”, de 1995, destinada a angariar fundos para os infantes vítimas da guerra da Bósnia).

ademais, ambas trazem estes versos:

with all the will in the world

diving for dear life

when we could be diving for pearls

aos quais, admito, não consigo passar impune, até porque o que quero da vida é mergulhar atrás de pérolas.

bocas, volume 3

Lucia, você sabe o que quer dizer “Hüje vagy Magyarics”? pelo que pude perceber, tem algo a ver com húngaros, ou com a Hungria em si. quero saber porque adicionei um mail no MSN que achei que fosse o teu, e o nickname que a pessoa usa é esse aí. como você é bem discreta, acho que não é este o teu contacto… aliás, você tem MSN?

bocas, volume 1

boca aberta: foi assim que a minha ficou quando li, há cinco minutos, um mail de um professor. enviei a ele, ontem, um texto sobre a cidade de Olivença, que até já foi mencionada neste blógue, aquela que é portuguesa mas está com a Espanha desde 1801, mesmo havendo um tratado de 1815 prevendo a devolução da cidade ao governo luso.

e hoje o professor Pablo, um dos dois gênios da minha faculdade, rasgou muita seda pra mim, pelo que escrevi. fiquei até emocionado, bobo, feliz pra caramba. ganhei o dia com os elogios dele. não vou entrar em maiores detalhes porque vai parecer que estou querendo chamar a atenção, mas… pqp, receber uns elogios inesperados destes, ainda por cima oriundos de um cara de quem sou fã? deus do céu…