tomara

quando eu morar na Asa Sul, quero voltar a escrever poemas. como no terceiro colegial, mas melhores e com algum nexo. quando eu morar na Asa Sul, quero sair para almoçar nos domingos de sol e me sentar à janela nos nublados, e ficar acompanhando os carros enquanto penso nos próximos versos…

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vendetta

o Marcelo costuma dizer que eu tenho um sério problema: engulo quieto um monte de probleminhas até explodir. eu tenho mesmo, infelizmente. e hoje o inevitável ocorreu: uma explosão. se a pessoa que me deixou assim chegar perto (e ela vai chegar), vai ouvir muito. quero acabar com ela hoje. porque ninguém que diz que me ama me faz de palhaço desse jeito.

doze anos

e alguém por favor avise os Beastie Boys e o Sonic Youth que, desde “Check your head” e “Dirty” eles não têm nada a dizer e deveriam parar de lançar discos e ficarem em casa, assistindo beisebol ou sabe-se-lá-o-que-um-americano-médio-assiste. Oprah Winfrey?

pau na bunda

desculpem-me pelo baixo calão, mas é irritante ver que até os Super Furry Animals lançarão best of. ah, não. já não bastasse Placebo, Suede, Supergrass… só torço para que o Oasis não caia neste erro e o faça precocemente.

enquanto isso, quem lança disco novo é só gente que não tem o que dizer: Vines, Keane, Snow Patrol, White Stripes… pffff. meu amigo Alexandre Petillo diria “é Pala, o rock está morto”. e provavelmente eu subscreveria.

ganhando forma

dire(c)tamente do Suede Station: a banda nova de Brett Anderson e Bernard Butler (que ainda não tem nome mas que não se chamará Suede nem Anderson & Butler nem Butler & Anderson) assinou um contra(c)to com uma gravadora.

uns boatos davam conta de que a gravadora seria a Rough Trade, que lança o Morrissey, o Spiritualized e o Libertines, dentre outros… mas não: eles assinaram com a Independiente, que também lança a Stina Nordenstam, o Paul Weller e, como nem tudo é perfeito, o Travis. a Independiente tem distribuição mundial pela Sony, assim como a Nude e a Epic, os selos por onde o Suede passou. ou seja, um eventual lançamento aqui no país da mandioca é de total responsabilidade da Sony.

no final das contas, é uma boa notícia: primeiro, porque não houve uma indecisão por tempo prolongado, como no caso do Morrissey; segundo, porque a Independiente/Sony é uma gravadora major: pensa grande, tem grande distribuição e faz encartes de qualidade (pelo menos no exterior). e terceiro, porque é um balde de água fria em quem dava nossos heróis por mortos…