continue a respirar

depois de uma hora e meia bancando o metrossexual, entre bicicleta ergométrica, hidromassagem e uma limpeza do meu Adidas matador, nada melhor do que ouvir a dobradinha “Lily” e “By starlight”, do final do disco 2 do “Mellon collie and the infinite sadness”.

eu tinha esquecido da beleza desses temas. vocês me perdoam?

medievo

ainda vou fazer uma tese de doutorado sobre “Ladies and gentlemen we’re floating in space”, do Spiritualized (a música, não o disco) e as reações que ela provoca em cada um. quem viver verá.

if it’s not love, then it’s the bomb

pela fonte citada, ainda não boto fé. mas, caso isso seja oficializado, seria uma grande história de fim-de-guerra:

Bremer está namorando uma iraquiana, diz jornal

Das múltiplas experiências que o administrador civil Paul Bremer levou de sua estada no Iraque está uma namorada de 35 anos, afirma hoje o jornal Al-Hayat. Segundo pessoas próximas a Bremer citadas pelo jornal, o administrador civil, de 63 anos, teve um caso com a mulher enquanto esteve no país árabe e a levou aos Estados Unidos, mas por discrição preferiu enviá-la em uma viagem separada.

Ainda não se tem informações sobre a mulher, salvo que trabalhou no Departamento de Protocolo durante o regime de Saddam e que foi seu perfeito domínio do inglês que lhe permitiu conseguir um trabalho na Autoridade Provisória e ter assim acesso ao homem que administrou o Iraque durante um ano.

O jornal diz que Bremer fez com que ela e toda sua família se transferissem ao bunker conhecido como Zona Verde, onde os altos comandantes da coalizão e das instituições iraquianas se alojam. As fontes afirmam inclusive que este amor pode acabar em casamento. Graças a sua namorada, “o Iraque permanecerá para sempre na vida de Bremer”, diz o jornal.

xiitas até a morte

diz Tutty Vasques:

Seguindo o exemplo dos EUA no Iraque, o Comando Vermelho tem planos para devolver a soberania de Bangu 1 ao poder constituído do Rio de Janeiro.

é uma pena que o esforço que fiz na ergométrica não me deixe rir agora, porque eu realmente amei essa notinha.

dando sangue

depois de quatro quilômetros pedalados na minha ergométrica recém-chegada, eu, suado e acabado, clamando por água, só conseguia pronunciar uma palavra: “MORRI”. com sotaque baiano e pausa entre as sílabas, diga-se de passagem…