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Toploader – “Onka’s big moka”. disco de estréia do quinteto inglês que o Jarvis Cocker odeia, é um meio-termo entre o britpop e o Jamiroquai (que é uma boa banda, só não é nada excepcional). contém o megahit “Dancing in the moonlight”, que foi até tema de novela das seis no Brasil – o disco saiu aqui, mas eu comprei foi a edição americana… por 8 centavos de dólar.

Stina Nordenstam – “Memories of a color”. primeiro disco da cantora sueca, esse data de 1991, quando ela ainda assinava apenas Stina. tá certo que o bom mesmo é o último, “This is Stina Nordenstam”, de 2001, com nosso ídolo Brett Anderson (o rapaz da foto à esquerda, no alto) em dois duetos, mas esse disco aqui já dá pro gasto enquanto eu não tenho dinheiro para edições suecas.

dEUS – “Worst case scenario”. assim como os outros discos já comentados, esse aqui também é uma estréia, a do combo belga que tanto me apraz, que já tem dez anos (e nem parece: 1994 foi agora há pouco, não acham?) e traz o sucesso college “Suds & soda”, que faz até neguinhos macambúzios como o Munha caírem pra dancinhas constrangedoras. também tem a belíssima “Via”.

Linoleum – “Dissent”. primeiro disco (mais um?) dessa banda inglesa que fez parte do pequeno revival da new wave com vocais femininos, que também trouxe o Elastica e o Sleeper à baila. curiosamente, todas as banda duraram pouco: o Sleeper gravou três discos, o Elastica dois e o Linoleum… só esse aqui, que data de 1997.

Chris Isaak – “Heart-shaped world”. esse aqui não é uma estréia, mas o terceiro disco do cantor americano que é tudo de bom (e, assim como o Hugh Jackman, é objeto de desejo da minha amiga Lucia). saiu em 1989 e vendeu horrores um ano depois, graças a um canalha chamado David Lynch, que fez o favor de incluir “Wicked game” na trilha de seu filme “Coração selvagem”. resultado: disco de platina pro Chris, “Wicked game” tocando em FMs brasileiras mesmo quinze anos depois e… até meu pai comprou esse disco. só que ele nunca deve ter ouvido “Don’t make me dream about you”, “Kings of the highway” ou “Wrong to love you”. pena.

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cereja no bolo

ontem eu e minha mãe fomos até Cachoeira Paulista buscar o azulejo com os números da casa, pra colocar na fachada (duh, onde mais?). lindo. decorado com cachos de uva e folhas de parreira. desde já está condenado a ser a coisa que eu mais gosto na casa, meu pedaço de Portugal encravado na entrada de onde moro, tão longe. ai.

agora que o Ricardo comprou uma câmara fotográfica digital, vou tirar uma foto do referido azulejo e postá-la aqui neste blógue. não é querer ostentar, mas pqp… ficou bonita demais.

força

meu amigo Abel, vestindo uma camiseta do melhor disco da história, tentando fazer uma bruxaria conhecida por “pavão misterioso”. Abel, querido, acho que você ainda não é bruxo o bastante pra mandar uma, mas, de toda forma, adorei seu visú extra-grunge. 1992 forever!

Icelandic takeover

o Sigur Rós fechou um contrato com a melhor gravadora do mundo, a EMI. agora temos a banda certa no lugar certo, e é bom que a EMI mandioca se preste a lançar os próximos trabalhos dos espertos islandeses. o contrato não inclui Estados Unidos e Canadá, onde a banda é lançada pela MCA, nem a Islândia, onde continuam com a Smekkleysa.

o mais engraçado foi a notícia veiculada pelo Pitchfork. tem uns fragmentos sensacionais, do tipo:

Post-rock journalists lobby for keyboard containing ó key

the new rumor is that the album is also going to be a partial return to the sound of Ágaetis Byrjun (disappointing those fans who were hoping for a return to the guitar-driven rock sound of the band’s breakthrough album, The Bends).

instruments used in the band’s experimental set include a pair of miked ballet shoes made by singer Jónsi Birgisson’s father.

hahahahaha, sensacional.