surdo 4, o desafio final

mas aí eu cansei de ouvir rádio russa que toca coisas em inglês e fui procurar algo mais perto… algo islandês. achei uma página com algumas dicas… aqui é o caminho.

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surdo 3

bom, aí eu achei o website oficial da Radio 3 aí de baixo, e, ao som de um megamix dance de várias músicas dos Beatles, de deixar o Jonas de cabelo em pé, achei uma seção de fotos da galera da rádio. bizarro, não? pois é, mas não é tão bizarro quanto ouvir “Hard day’s night”, “Ob-la-di ob-la-da”, “Get back”, “Ticket to ride”, “Eleanor Rigby” e “Day tripper”, todas emendadas e com os vocais originais, com um batidão por baixo. ê mãe Rússia…

surdo 2

as rádios russas parecem ser bem parecidas com as brasileiras. ouve essa aqui e tira a prova. a única coisa que eu entendi é que a emissora se chama Radio 3 e que um dos caras que ligou pedindo música se chama Sergey. vou pedir ajuda ao dicionário Predtechensky e tentar sacar algo mais…

delírios modernos

você sabe que uma banda começa a distorcer sua cabeça quando se pega procurando demos, bootlegs, sessões para rádio e coisas do tipo. aí ontem o Soulseek voltou ao ar e eu fui procurar demos do Suede. achei até uma de “He’s dead”, lado B do segundo compacto, “Metal mickey”. pulei de alegria, baixei e fui ouvir. sem querer soar pedante nem indie demais, mas é melhor que qualquer música dos Strokes. ou do Rapture. e do Yeah Yeah Yeahs.

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baixei também o “Sea change”, do Beck. é um bom disco, e até melhor do que eu esperava pelas quatro músicas que já havia ouvido. mas daí a chamar de obra-prima, como fez a Spin ano passado, não rola. e o melhor disco dele, até prova ainda a ser produzida de contrário, continua sendo o “Mellow gold”.

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Decemberists. péssimo nome para uma banda. um cara com quem sempre troco mp3 me recomendou a banda e lá fui eu, alegrinho, baixar o disco. quando ouvi a primeira música, “Shanty for Arethusa”, achei um lixo. o problema é que a segunda, “Billy Liar”, é ótima. a terceira e a quarta são lindas e, além disso, têm nomes lindos: “Los Angeles, I’m yours” e “The gymnast high above the ground”. no mínimo, preciso ouvir com mais atenção.

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alguém soube mais algo dessa história do Fountains of Wayne vir gravar o clipe de “Mexican wine” no Brasil? eles queriam locação com helipontos, sei lá…

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tem certos vícios que não dão trégua nem em feriados, final de ano ou dias em que a temperatura ultrapassa os trinta e dois graus. no meu caso, o vício é comprar cd. com alguns amigos no exterior, então, a situação se agrava. pena a CDON ser tão complicada pra aceitar pedidos, senão o vício bateria ainda mais fundo.

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“- você tem muito cd, meu filho.”

“- não, pai. o senhor é que tem pouco.”

esse diálogo rolou esses dias atrás, entre eu e meu progenitor, que agora não quer mais que eu compre cd – mesmo eu fazendo isso com o dinheiro do meu trabalho. não gosto de desobedecê-lo mas, dessa vez, pt saudações.

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Jardel, por onde você anda? me escreva de volta! e ah, feliz foda-se!