a banda da vez

estamos no frio, mas é hora de ouvir Kent. “Vapen and ammunition” é hit aqui em Brasília, e o “Hagnesta hill” não tardará a ser.

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rascunho

todas as minhas mentiras são apenas desejos. meu desejo por você é verdadeiro, e se um dia eu quisesse expô-lo, mentiria pra você, mesmo sabendo que, de tanta sinceridade, não conseguiria esconder.

vivendo e aprendendo

Marcio e eu fomos, junto com Tiago, Cassiano e mais um bróder que vai se submeter a uma cirurgia semana que vem, a uma festa na QI 13 do Lago Norte ontem. um lixo. explico: era 5 reais pra entrar, ok. mas cerveja a 2,50 literalmente agrédi. pra piorar, nenhuma menina dava bola pra nenhum de nós – acreditamos que isso é culpa dos altos preços das bebidas, sem contar que não havia bebidas mais fortes à venda. sem álcool, a foda-de-punho não acontece, não dá mesmo.

como também não dá pra entender a falta de “critério” na hora de galera botar som. cheguei lá e tava todo mundo se acochambrando ao som de “Devil’s haircut”, do Beck. achei massa e saí dançando, mesmo sóbrio. dali a um tempo, começa a rolar muselectro daquelas que não dá pra dançar. e eu querendo berrar “John, I’m only dancing!”. táqueopariu, sem condição. depois uns hip-hops leeeeeentos, arrastaaaaaaados… sem condição. aí não sei se sussurraram “meu, o Palandi tá aí”, porque começaram a tocar algo que parecia muito com a minha coleção de cds. lembro de “Rise and shine”, dos Cardigans, “PDA” do Interpol, “Hard to explain”, dos Strokes e “Beautiful ones”, vocês sabem de quem (se não sabem, deviam saber). mas eu não vou em festa pra ouvir minha coleção de discos… embora, ok, “PDA” não tenha saturado e deva ser lembrado. só espero que neguinho descubra um dia que depois de “Beautiful ones” vem “Starcrazy” no disco.

voltando então à festa em si: encontrei uma galera das boas por lá, pena que o Práxis não apareceu. foi bom por ter conhecido o Paulinho Fim-de-feira, que ainda ameaçou o Marcio dizendo que vai fazer um texto chamado (perdão, meninas) “Pau no cu do Stone Temple Pilots: o ‘Tiny Music’ é uma merda”, e começou a falar bem do “Core”. aí o Cochlar assumiu o som… pra quem não é de Brasília, seguinte: o Cochlar quer que a gente acredite que estamos em 1968 e que tudo o que vem depois é paia. tocou alguma merdinha garageira, emendou “Bus stop”, do The Hollies (não confundir com a banda que formei aqui, The Haoules), quando lembrei do meu pai, que ama essa música. na terceira “pérola” sessentista, venceu um prazo de dez minutos que demos para o Tiago de esperá-lo pra ir embora, aí fomos mesmo, sem piedade. aí foi só cruzar o Lago, o eixo, passar perto da rodoviária, pegar o pijama e cair no sono, isso vinte pras cinco da manhã.

considerações finais:

1. a festa foi nota 5. minha média é 6;

2. gente sem noção era regra por lá. bons tempos em que isso era exceção no mundo;

3. se alguém quisesse um panorama do que as drogas podem fazer com alguém, perdeu a oportunidade de ver um desfile de gente seqüelada;

4. eu gosto de Brasília por outros motivos;

5. o prego do Gas nem pra colocar a loirinha plano B na nossa fita, maldito.

6. vou começar a fazer terrorismo e pouco caso de umas gentes no meu espaço no Naguerra.com. isso é uma ameaça. moo.

7. tudo que meus leitores não precisavam era disso: um post enorme e incompreensível. foi mal, galera. pqp…

Suede no Brasil, parte 2

jornal chileno de hoje (não sei qual), cortesia do meu amigo Lúcio Ribeiro:

Lo mismo debe haber pensado Daniel Faidella, productor catalán y creador del emblemático club Razzmataz de Barcelona, que este año, en alianza con el sobreexpuesto, Sergio Lagos dio vida a Evolución Internacional, la productora que trajo a Chile al citado Felix Da House Cat, entre otros próceres de la movida. En los próximos meses diversificará la oferta: está en conversaciones para que en octubre, Suede actúe por primera vez en estos lares.

só tenho uma coisa a dizer: mantenham seus dedos cruzados.

vida de compacto

notícia fresca: a coletânea do Suede vai se chamar “Singles” e, como o próprio nome diz, vai trazer os lados A dos compactos que a banda lançou entre 1992 e 2002, além de duas inéditas. a primeira delas será “Golden gun”.

prós:

1. “Stay together” estará no disco e será lançada no Brasil pela primeira vez;

2. talvez as versões radio edit de “Saturday night” e “Obsessions” também estejam lá (assim espero);

3. o disco terá, se compilar todos os lados A, vinte e uma faixas – uma boa compra, hã?

contras:

1. “The drowners” é uma excelente música, mas seus lados B, “My insatiable one” e “To the birds”, são ainda melhores.

2. uma coletânea sem “By the sea” e “Untitled” é… estranha.

3. “Positivity” é um saco. seu lado B, “Simon”, detona com ela.

provável tracklisting, então:

1. The drowners

2. Metal mickey

3. Animal nitrate

4. So young

5. Stay together (edit)

6. We are the pigs

7. The wild ones

8. New generation

9. Trash

10. Beautiful ones

11. Saturday night (radio edit)

12. Lazy

13. Filmstar

14. Electricity

15. She’s in fashion

16. Everything will flow

17. Can’t get enough

18. Positivity

19. Obsessions (radio edit)

20. Golden gun*

21. Teenage rose* ou Love the way you love*

* – inéditas