nossa língua portuguesa

se o Mark Gardener, do Ride, olhasse pro meio da barriga ao invés dos pés, ele seria um umbigazer.

se o fígado número 1 da VIP se mudasse pra Escócia e resolvesse montar um projeto folk-acústico, a banda se chamaria Jardel & Sebbastian.

se alguém resolvesse fazer um bastard pop misturando Manchester e Paris, o disco poderia chamar-se pills and dots and thrills and loops and bellyaches and milky phases.

se o frio da Suécia acabasse, e os indies de lá fossem infames, sairiam às ruas gritando “tá Kent! tá Kent!”

se a Fiat resolvesse equipar todos os carros com ABS de série, poderia usar uma música do Turin Brakes para anunciar a boa nova.

se o editor da Zero fosse estudar os grupos com radical -OH da química orgânica, um dos compostos podia vir a ser o álcool petíllico.

se a irmã da Lucia fosse à banca comprar aqueles livrinhos do tipo Julia, Sabrina ou Bianca, poderíamos encher o peito e dizer: “Elvira quer romances”

é, eu sou infame.

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