de dieta mais uma vez, saí pelas duas primeiras vezes (em vinte dias) ontem à noite, para um jantar italiano (brega, mas gostoso) e hoje, para um almoço de aniversário cheio de cerveja. ainda não tenho muito a declarar, o que explica as traças aqui.
mas é preciso escrever, então vou forçar a barra progressivamente.
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na próxima quarta-feira, vou a uma aula experimental de russo. ainda penso recorrentemente no país, passados onze meses da minha ida a Sochi: imagina quando conhecer o resto? vou forçar a barra para uma segunda viagem. enquanto isso, aproveitarei uma passagem barata para, entre o fim de outubro e o meio de novembro, voltar a alguns países que já conheço e acrescentar mais um, o Marrocos, ainda que de forma fugaz.
viajar é preciso, e é bom que assim o seja.
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sábado à noite e eu já fiz a social, já caminhei no parque, já bebi cerveja, já transportei uma turbina automotiva. estou em casa, ouvindo Nina Simone e pensando no que fazer da vida.
nada de concreto, mas, pela primeira vez em oito anos, leve otimismo com algumas ideias que equilibram emoção e racionalidade. será possível, afinal? diabo de paradoxo. mas, mais uma vez, pode ser.
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sobre o fragmento acima: sempre achei que tivesse alma de velho. ainda acho. mas é hora de pensar jovem.