parasita

noite passada eu dormi pouco, já que depois de sair do churrasquinho na sede asanortina da Mancha Verde (faaaaala, André!) ainda passei no La Ursa para ver como estavam as coisas.

fracas, diga-se de passagem. cheguei na minha cama à uma e quinze, saí de lá cinco horas e meia depois.

frito por esse mero embrião de noitada – olha a velhice chegando -, arrastei-me até a Telerj e consegui fazer parte do que tinha de fazer até que às 11:51 a rede caiu. sorte que antes de cair eu tinha entrado em duas páginas que relatavam as experiências que procurava (ver post passado). almocei um marmitex irado e, às 13:32, acabou a energia.

nesse momento eu estava na minha baia e gritei “NINGUÉM É DE NINGUÉM”, embora eu mesmo não fosse fazer nada – funcionalismo público é um grande turn off. e a Telerj ficou mais de 1h assim, computadores desligados e apenas parte das luzes funcionando com o gerador a óleo diesel que ocupa boa parte do porão. e subia o fumacê.

tive para mim mesmo que 2012 havia chegado mais cedo para um grupo de burocratas, desci até a porta da Telerj e fiquei sentado na escadaria mandando mensagens pelo WhatsApp. quando me enchi, voltei à minha baia – a luz ainda não havia voltado – e falei para a chefe que se a energia e a rede não voltassem até as três da tarde eu iria para casa.

dez minutos antes desse prazo, apenas a luz havia sido reestabelecida. levantei-me, dando risada de tudo (ninguém estava entendendo nada) e fui embora. só parei de rir dentro do carro, e não voltei mais.

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