pneus

quebrando a promessa do post passado, vai aí mais um sobre o casamento real.

o príncipe Guilherme chegou ao lado do irmão à abadia de Westminster numa limusine Bentley personalizada para a família real.

Catherine, agora duquesa de Cambridge, chegou com o pai num Rolls-Royce Phantom VI 1977, também personalizado (teto mais alto e grandes vidros para saudar a multidão). no ensaio, ela usou um Jaguar XF.

um Bentley Continental Flying Spur cor de conhaque levou o pai do noivo, o príncipe Carlos, e sua consorte, até a igreja. o mesmo modelo, mas preto, conduziu a princesa Ana.

o premiê David Cameron chegou em um novo Jaguar XJ, provavelmente de carroceria longa (não reparei). seu vice, Nick Clegg, tomou um BMW série 7, enquanto dois exemplares do Rolls-Royce Phantom atual levaram o casal Beckham e o Mr. Bean com sua senhora.

os representantes dos países da Comunidade Britânica vieram em um comboio que intercalava um sedã e um Range Rover. a maioria dos sedãs era da Jaguar, mas os dois primeiros eram BMWs série 7 e havia um Maybach fechando a fila. de Mercedes-Benz vi apenas duas Vianos, que não contam.

daí rolou o casamento e, ao final dele, os monarcas se utilizaram de carruagens para chegar ao palácio de Buckingham. o que surpreendeu foi no final, quando Guilherme e Catherine saíram de lá rumo à lua-de-mel, no Aston Martin DB6 Volante do príncipe Carlos.

se você for mulher e não gostar de carros (tsc), clique aqui.

lenço

(esse é o último post sobre o casamento real a ser publicado aqui)

como programado, acordei às cinco da manhã para assistir ao casamento real. vi tudo até a chegada deles ao palácio de Buckingham, na volta, e vim correndo para a Telerj para assistir daqui ao beijo na sacada. chorei duas vezes: uma, ao ver a noiva (linda) e o pai dela dentro do Bentley que os conduziu à abadia de Westminster. outra, ao ver os olhares trocados pelos noivos, já no altar.

é o tipo de coisa que me inspira admiração, desses que nenhum presidente me provoca. e ainda menos os que ocuparam o cargo por aqui depois de 2002.

*

faz uns anos que acho Londres uma das cidades com as piores vibrações que já senti. estive lá em 2001, gostei, mas acontecimentos supervenientes me fizeram torcer o nariz para a capital inglesa. mas às vezes vejo as imagens da cidade na tevê e sinto vontade de voltar, como se tivesse contas para acertar com Londres – não tenho, isso é um fato. mas a vida e o mundo dão voltas, e vai que numa dessas eu sou chamado para acertar essas contas que não existem.

o que não sabia é que até 1066 a capital inglesa (inglesa, não britânica) era Winchester. descobri ontem, enquanto lia algo sobre o casamento real. também ontem consegui o fac-símile do texto do Paulo Francis sobre o casamento de Carlos e Diana, em 1981, e vou disponibilizá-lo aqui.

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mas vem cá, que p**** é essa de lua-de-mel na Jordânia?

discotraxx

essa semana não foi fácil, houve menos motivos para sentir-me bem. e hoje cedo, chegando à Telerj, vi o céu todo cinza e nublado na direção norte, o que me abriu um sorriso.

bati o ponto, vi que haviam mexido no meu computador e instalado uma nova versão do Office, onde os menus estão completamente diferentes: é a Microsoft tentando ser a Apple e, como não consegue, transforma tudo em São Paulo. não sei o que há de errado com os menus “arquivo / editar / exibir / ferramentas etc”, para que eles sejam abolidos de repente e cada programa ganhe um visual diferente do outro.

depois de editar seis páginas de texto sobre burocratas, transformadas em quatro, levantei e fui olhar pela janela: eram onze da manhã e minhas nuvens cinzas já haviam se dissipado, transformadas num sol que brilhava à pino.

ai, não.

acelerei as coisas no trabalho e quando saí para o almoço, às 13:30, tomei aquela surra de calor, coisa de trinta graus. de volta no nutricionista ontem, recebi minha sentença de morte nova dieta: 1130 calorias. é uma dieta preventiva, já que no final do mês que vem tiro férias e não vou querer saber de fechar a boca do outro lado do Atlântico. tive, inclusive, de me render a uma das coisas que não como de jeito nenhum: frango.

não como frango, como não como ave nenhuma (exceto pato, uma ou duas vezes por ano). por dois motivos: primeiro, a falta de um gosto marcante. segundo, já explicitado aqui, eu acho cool os pobres galináceos – e tenho pena. soa a hipocrisia, mas não tenho pena de bois, peixes, carneiros e outros animais… só de galináceos. entretanto, como a dieta tem tudo para ser um grande inferno, melhor fazer dele o oitavo círculo do inferno retratado por Dante (o pior dos nove, junto com o quinto) e comer frango.

ainda bem que tinha acelga, minha verdura favorita. devo ser a pessoa que mais gosta de acelga no país, comparando-me apenas a coreanos e japoneses. mas ainda é pouco. voltei para o trabalho, tirei os sapatos e escrevi feito um condenado. treze páginas de pronunciamentos viraram quatro, duas semanas de atividades burocráticas viraram três páginas. no meio disso, sentia uma dor de cabeça insuportável.

quando saí da Telerj, pouco depois das sete, tinha sido um dia dos infernos. aí me aproximei da saída do prédio e constatei que estava um vento gelado, que a temperatura havia caído a 19 graus (com sensação térmica de uns 13, 14) e uma fina garoa caía.

abri um sorriso de lado a lado na mesma hora, coloquei a música mais doce desse século e me animei: não foi um dia de todo ruim… :)

genealogia

minha mãe me ligou ontem à noite, com uma voz muito ruim e bem frágil. perguntei como ela estava e ela disse “ai, filho, não estou passando muito bem”.

temi pelo pior, seja lá o que pudesse ser (toc toc toc). perguntei o que havia acontecido e ela, com a voz normal, disse “tomei muito Häagen-Dazs de chocolate branco com framboesa”, sorvete que eu mesmo havia recomendado que ela, fã de framboesas, provasse.

ou seja: minha mãe me trolou. não é demais?

meitnério

dia desses um amigo, cuja identidade não será revelada, disse que estava vendo uma ex-namorada. ele conhece minha política de don’t look back e disse que a admirava, mas que não pôde resistir.

ter uma política dessas faz com que se precise de um corolário, o do stretch out and wait, ou seja: deu saudade? sente-se e espere passar. e comigo isso nunca deu errado.

ainda bem (ainda bem, ainda bem, ainda bem), porque às vezes, embora os sentimentos já tenham secado – se é que existiram -, as ilusões de ótica podem cutucar a biologia e nos trair. então é manter o controle e esperar passar, daí é vida que segue.

aliança

já que só tenho falado do casamento real, vai a coluna de hoje (imperdível) do João Pereira Coutinho na Folha, tratando do assunto. para variar, mais um texto fantástico…

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De Londres, com amor

Londres – A cidade está um brinco. Não admira. Há casamento real na sexta-feira. Ir ou não ir, eis a questão. Como agente infiltrado, entenda-se. Mas depois leio que o casamento começa de madrugada, por volta das onze horas, e eu já não tenho vida nem idade para essas loucuras. Além disso, os dry martinis do velhinho Dukes, meu sanatório há muitos anos, não permitem ressacas simpáticas na manhã seguinte. O mais certo era entrar na festa e apalpar a rainha. Ou a noiva. Ou, melhor ainda, a irmã da noiva. 

*

A irmã da noiva: quem disse que Kate Middleton era a beleza da família? Não é. A beleza da família está com a irmã, diz-me Dimitris, um barbeiro grego que opera em St. James há 37 anos. Mas, antes de falarmos da irmã, falemos de mim. “Como é que você faz a barba?” pergunta-me ele, tom inquisitorial, olhar nauseado. Explico-lhe: lâmina de baixo para cima na zona da garganta; depois, de cima para baixo no rosto. Ele renega-me três vezes, como Pedro a Jesus Cristo, e depois acrescenta, firme e ameaçador: “É sempre de cima para baixo, para acompanhar o crescimento natural da barba!”

Registro, grato e trêmulo. Então ele coloca-me uma toalha quente e umedecida sobre a cara, vai preparando a espuma e fala da irmã de Kate. “Chama-se Pippa”, diz-me ele, “e agora era o momento ideal”. Removo a toalha do rosto e pergunto, intrigado: “Ideal para quê?” “Para atacar”, diz-me ele, com a lâmina na mão. “Imagine só: a irmã casa com o herdeiro do trono, e ela, a mais bonita, fica para tia? Isso dá cabo de uma mulher, rapaz.” Bem pensado, Dimitris. Talvez eu vá mesmo ao casamento, se acordar a tempo. Ou se você não me degolar primeiro. 

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Kate casa com o herdeiro do trono britânico. Mas nem sempre as coisas foram róseas. O casal, dizem os jornais, teve duas brigas feias no passado. E eu, tomado por uma experiência digna de Proust, lembro-me bem da primeira delas. Minto: lembro-me de um cartum a respeito na revista “The Spectator”. Vemos uma Kate, chorosa, nos braços de uma amiga (ou seria a irmã?); e a amiga, com verdadeira compaixão, consola-a com as seguintes palavras: “Sim, ele pode ser jovem, lindo, obscenamente rico e o herdeiro do trono. Mas você consegue melhor que isso!”

Eis o humor britânico: uma inaudita mistura de crueldade e nonsense que podemos encontrar nos melhores. Em Jonathan Swift, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse; e, claro, nos Waugh -pai e filho. Do pai Evelyn falarei um dia. Do filho Auberon falarei já na próxima semana, até porque há livro novo aqui -uma antologia das suas crônicas que pretende “resumir” o essencial do seu “pensamento”. Duvido que a mente deliciosamente anárquica de Auberon possa ser “resumida”. Mas uma coisa eu sei: dez anos depois da morte, o colunista que praticamente me ensinou a ler (e a escrever) continua a fazer uma falta desgraçada na imprensa desgraçada desse país.

Ele era ácido, elegante, obscenamente surreal e o herdeiro do trono literário do pai. Não é possível encontrar melhor que isso. 

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Sejamos honestos: William é um bom partido para Kate; mas Kate é um excelente partido para William – e para a Família Real. Desde a morte de Diana Spencer que o problema dos Windsor é o mesmo: como reconquistar a lealdade dos súditos num mundo crescentemente igualitário? Anos atrás, um jornalista que admiro (George Walden) escrevia um livro com a resposta. Intitula-se “The New Elites”, e Walden defende que as “novas elites” (da televisão, do cinema, da música, da política) já não procuram “distinguir-se” das massas; procuram, pelo contrário, imitá-las nos comportamentos, na linguagem e até no vestuário.

Na década de 50, Humphrey Bogart vestia-se como um “gentleman”. Nos dias de hoje, Johnny Depp ou Brad Pitt não se distinguem dos adolescentes que assistem aos seus filmes. Hollywood é um negócio. A Família Real, de certa forma, também. E, para manter o negócio a funcionar, nada melhor que uma bela transfusão de sangue plebeu para contentar os corações plebeus dos ingleses. Os espanhóis já o fizeram com a jornalista-que-virou-princesa Letizia Ortiz. O mesmo aconteceu com Victoria da Suécia e o seu ex-personal trainer, convertido em duque. Faltava só os ingleses. “The show must go on.”

radônio

trabalho em dia, frila também, limpeza de pele feita, cheque depositado, academia daqui a pouco e supermercado amanhã – além da segunda ida à academia da semana. na quarta tem nutricionista, na quinta preciso voltar em Taguatinga para buscar o passaporte e adiantar o trabalho de sexta.

tudo para acordar às cinco da manhã, dia 29, e acompanhar tudo do casamento real. pode parecer besteira, mas só vemos algo assim a cada trinta anos, em média. com um cara da minha geração, nunca mais.

dinastia

depois de dois documentários sobre casamentos da família real inglesa (um sobre os oito últimos, outro sobre Guilherme e Kate) no Discovery Channel, duas horas de protocolo, tradição e sorrisos, só tenho uma coisa a dizer:

ORGULHO DE SER MONARQUISTA.

à plus tard crocodile

terminei mais um texto, dessa vez maior, coisa de cinco páginas… e que eu vinha enrolando para fazer desde fevereiro. descansado, saiu rapidinho, coisa de duas horas.

não li nada do livro hoje, mas amanhã está aí para isso. tive umas boas notícias por telefone, relacionadas ao mundo motorizado, e espero que a semana traga evoluções. tem show da banda do Ivan essa noite, mas não estou com vontade de ouvir rock and roll, sinceramente.

vontade mesmo, só de tomar Coca-Cola Light e de ver algum filme legal no cinema, então tchau.

descanso

comida mexicana e chinesa ontem, peixe hoje. na quarta-feira a noite foi de futebol, torcendo em casa pelo meu Santos e depois indo à Asa Norte torcer com o Otto pelo Fluminense dele. e olha, eu sofri.

na madrugada de hoje arranjei um programa para a próxima terça-feira, e na manhã de ontem fiz umas pesquisas bobas. metade do feriado já se foi, ainda tenho coisas por fazer.

estava no quarto, lendo um livro, quando passou a tradicional procissão. no microfone, a oradora fulminou: “o povo de Deus também vacilava”. isso é um sinal para mim e para todos os outros que se aprofundam na arte do vacilo aqui em Brasília.

falando nisso, li 150 páginas hoje e me sinto melhor comigo mesmo. também escrevi um texto, e espero escrever outro amanhã – quando forem publicados, divulgarei.

estou quase liquidando, em metade de uma tarde, uma garrafa de 1,5 litro de água com gás.

antes de começar o feriado, fiz 140 abdominais laterais na academia, e o efeito foi muito bom: na manhã do dia seguinte, a barriga estava chapada, a despeito da Coca-Cola da noite anterior. vou pedir para incluir esses abdominais em todas as sessões, por mais tortura que isso me traga… os efeitos compensam com sobra.

global

na semana passada o atendimento foi de uma missão de uma outra cidade do interior paulista, para falar de outro assunto. quando a chefe avisou que a missão seria dessa cidade, logo me ofereci para atender os pobres políticos, por uma simples razão: é lá que meu pai mora.

chegou o presidente da Câmara e a assessora de imprensa do Legislativo local, recebi os dois e fomos ao oitavo andar. meio tenso, o cidadão começou a falar da cidade, situada na grande Deprelândia, e eu perguntei quem é o atual prefeito de lá. ele disse o nome do mandatário e perguntou se eu acompanho a política de lá, ao que respondi que não faço isso há quinze anos, que meu pai mora lá etc.

daí ele me perguntou quem era meu pai, que podia conhecê-lo, a cidade é pequena (110 mil habitantes). falei o nome, ele perguntou o que meu pai faz e disse que o nome não é estranho, perguntando-me se tenho alguma foto dele. saquei o celular, mostrei uma foto do meu pai e o vereador mandou um “aaaaaah, conheço, sei quem é, seu pai foi gerente do Banco Novo Mundo e depois do Econômico, tinha um time de futebol que ele apoiava quando ia jogar fora”… e aí a conversa fica em casa. em casa até quando disse que não morei lá, mas nasci em uma cidade próxima, ao que o político, pagando um sincerão, disse que acha o povo da cidade onde eu nasci “meio metido”. sorri e contemporizei: “meu pai acha a mesma coisa. só nasci lá porque não havia vagas no hospital de Deprelândia no dia”, o que, bem, é verdade.

daí foi a vez de a assessora de imprensa se encanar, dizendo que Deprelândia “parece ser uma cidade ruim para morar”. olhei nos olhos dela e disse “bem, é por isso que estou aqui”, e abri outro sorriso. a reunião correu bem, a coitada da menina foi solicitada a tirar fotos dos burocratas reunidos para tratar do problema da cidade e no final eu os acompanhei até a portaria. a moça lamentou não ter aparecido em nenhuma foto, e eu me ofereci para tirar uma foto dela e do político na frente do prédio da Telerj. tirei logo três, para que eles pudessem exibir. antes de irem embora, fizeram algumas perguntas sobre a minha vida aqui e se eu voltaria a morar por lá. diplomaticamente, disse “já sou brasiliense. mas, precisando, estamos às ordens”. eles agradeceram imenso pelo atendimento e o presidente da Câmara disse que comentaria do caso com o meu pai, caso o visse.

essa vida de fotógrafo de vereador tem cada coisa…

ponto cruz

acabamos de receber aqui um assessor de alguma coisa, reclamando alguma obra para a cidade de Ibitinga, no interior de São Paulo. depois de falar várias vezes que se trata de uma cidade turística, sem conseguir dizer o que há de turismo, ele olha no documento que trouxe para nossa análise e começa a procurar mais informações sobre o município (o cara é daqui e nunca deve ter estado lá). enquanto ele busca algo que justifique o caráter turismo, pergunto “Ibitinga não é aquela cidade famosa pelos bordados?”. e cinco segundos depois ele acha, no papel, a informação de que Ibitinga é “a capital nacional do bordado”. dali em diante até pareceu que o cara passou a ter mais confiança na gente.

parece que valeu a pena ter assistido tantos comerciais das “Feiras de Bordados de Ibitinga” na tevê enquanto morava em Deprelândia…

kudasai

toda vez que vejo uma foto da Kate Middleton (e não tem sido poucas vezes, ultimamente), sinto uma inveja branca do príncipe Guilherme.

daí me lembro do último sorriso que ela (ela, não a Kate) me deu e penso que ele é que teria inveja de mim, se tivesse visto.

UTI

pequeno susto por aqui: meu notebook, que já tem quatro anos e uns meses, parou de funcionar, out of the blue. como mês que vem entro em férias e a dotação de recursos vai toda para lá, tive um princípio de desespero em pensar em mais uma despesa pesada.

cheguei a ligar para meu muambeiro de confiança (oi Clayton!) e a fazer contas para ver como encaixar um notebook novo… mas antes disso, removi a bateria do atual, recoloquei, cruzei os dedos… e apertei o botão liga/desliga.

e ele ressuscitou. ufa.

samba, Eike

a OGXP3 chegou a cair 16% depois que a D&M soltou um relatório dizendo que a qualidade do óleo nos poços deles não é lá é essas coisas e não é da quantidade esperada.

pelo que eu entendi, o relatório não tem nada além do esperado. eu tinha vendido opções deles na D19 e na D20: recomprei as últimas na semana passada e hoje assisti às primeiras se desintegrarem.

é pena que eu não tenha um numerário disponível para agora. compraria mais papéís deles e seguraria no mínimo até o final do ano, vendendo opções enquanto isso.