já faz umas duas semanas que o estresse voltou com tudo. na academia tudo vai muito bem, recuperei boa parte da massa magra perdida em janeiro, quando as férias do treinador me levaram a interromper o pumping iron. no trabalho as coisas não andam nada bem, eu me enervo com qualquer coisinha e já não vejo mais nenhum desafio pela frente – mesmo os dias mais pesados, como amanhã, não fazem sentido nenhum.
em casa, depois de uma sucessão de pequenos problemas de manutenção, as coisas parecem estar se ajeitando – a despeito de a dods ter quebrado a tábua de passar. as férias deste ano continuam em aberto, vou ver com Thiago e Pedro Ivo se eles têm alguma sugestão.
tenho ouvido muito “Elvis”, do Alpha, uma música que tem duas coisas muito ruins: primeira, todos os trechos da letra que falam de “ouro sólido”. não tinha coisa melhor para encaixar? e segunda, me faz lembrar de quem não devia. mesmo com esses dois pontos negativos, não há nada como olhar para o céu, à noite, acender um cigarro e ouvi-la. até porque o disco de onde ela saiu se chama “Stargazing”. e olha que não ando com nenhuma vontade de acender o segundo Marlboro Lights do ano.
comprei um pacote de três DVDs da minha série preferida, Top Gear, e já vi o primeiro deles. se há uma pessoa que eu quero ser quando crescer é o Jeremy Clarkson, que comanda o programa, dentre outras coisas. tem um trecho de um texto dele do qual nunca me esqueço, que é quando ele diz que mudou imediatamente a vida quando percebeu ter dito à namorada algo extremamente entediante. é o que tem sido necessário por aqui, embora eu não saiba como fazer isso de súbito.
enquanto isso, tento mudar as coisas no ritmo em que posso. pena que às vezes nem isso tem sido possível.

