estou indo para a Asa Norte, para fazer a última prova do curso. as aulas acabam hoje, e só vai restar a monografia. desejem-me sorte.
e até a volta.
estou indo para a Asa Norte, para fazer a última prova do curso. as aulas acabam hoje, e só vai restar a monografia. desejem-me sorte.
e até a volta.
Paris é uma festa: no Salão do Automóvel de lá, dois esportivos de cair o queixo – e olha que eu não sou daqueles de ficar babando em superesportivos.
mas bem, primeiro vi esse Audi Quattro Concept. lindo, maravilhoso, lembra muito o clássico Ür-Quattro da década de 1980 – aquele que juro ter visto uma vez descendo a 108 sul. ainda por cima, ele usa o motor de cinco cilindros em linha do TT-RS, por uma questão de coerência histórica – o ancestral dele usava um 5 em linha. taquicardia, taquicardia, taquicardia.
depois vi esse Porsche 911 Speedster, o sucessor espiritual do 356 em que o James Dean morreu – aliás, hoje é aniversário da tragédia. não precisava nem ter um motor de 412 cavalos (o do Boxster básico já daria conta), mas já que colocaram, ótimo. e esse azul francês? caramba…
ontem pela manhã fiz 80% de um trabalho escolar, mesmo sabendo que, como era um grupo de cinco pessoas, tecnicamente eu só precisaria fazer 20% dele. mas era um assunto com o qual me envolvi de forma intensa durante o ano passado, e como não gosto de depender dos outros nessas situações era melhor tomar a frente e fazer o que tinha de ser feito.
enviei o arquivo aos colegas no final da manhã, e eles quiseram agendar uma reunião para o começo da noite, para fechar tudo. mas não leram meus 80%. quando cheguei lá, acharam que teriam de fazer tudo do zero e que estavam atrasadíssimos. eu disse para olharem o arquivo que havia enviado e pronto, só era preciso fazer uma introdução e uma conclusão – coisas curtas, de três parágrafos cada.
deixei o grupo pensando nisso, fui até o frigobar do escritório onde a reunião rolava, enchi um copo com gelo e quebrei minha dieta, bebendo dois dedos de Black Label (algo em torno de 120 calorias). e lembrei de como a vida é boa.
Brasília foi tomada, hoje à tarde, por uma chuva de areia e folhas, que veio abrir caminho para o período das monções, a se iniciar… amanhã. ou quinta. esse a chuva de água fez um cerco à cidade, como se fosse um exército nazista ao redor de uma cidade da URSS em 1941. por um lado é poético, por outro é absolutamente irritante: que venham as tormentas e que a cidade fique seis meses com céu cinza vertendo água aqui embaixo.
comprovado: rede social é coisa de pobre. arrumei um motivo científico para continuar de fora delas :)
seria uma injustiça, contudo, resumir setembro a momentos difíceis: esse mês também me serviu para ver oportunidades profissionais, e de mostrar a mim mesmo que tenho a coragem que dizem por aí que falta. desculpa aí, mas não desisti de ficar milionário.
não me lembro se mencionei aqui que este mês é/foi/seria o pior mês da minha vida. é sim.
com o agravante de que as tensões não dependem de minha ação e vêm num crescendo, numa escalada cujo fim é nesta semana, mais precisamente entre quarta e domingo.
são os últimos dias que tenho de aguentar e na segunda-feira, com sorte, as coisas voltam ao normal.
eu deveria estar mal, mas não estou. ao contrário: entre o cansaço de ter sobrevivido a esse mês, estou calmo e sólido, porque sabia o que aconteceria e me preparei para isso. nem os pequenos percalços que se somaram aos grandes, com os quais não contava, me tiraram desse estado de tranquilidade.
lembrei-me, há pouco, do Michael Stipe anunciando estar bem em meio ao fim do mundo como o conhecemos… e junto-me a ele nesse sentimento.
não foi um mau final de semana. não produzi nada, infelizmente, mas fiz o que precisava fazer:
- conheci um restaurante novo
- fui ao cinema
- revi meus amigos
- dormi um pouco mais.
vou falar sobre tudo isso mais à frente, mas por ora estou cansado. boa noite.
acabei de assistir “O clube dos cinco” pela primeira vez – conhecia a história, vi todos os outros grandes filmes do John Hughes, até virei fã do Simple Minds por causa de “Don’t you (forget about me)”, da trilha. mas nunca o tinha visto, e isso é inexplicável.
pois bem: valeu cada minuto do filme, que é antológico. sensacional. sei que tendemos a exacerbar certos clássicos do pop, mas esse é realmente fantástico e isso não deve ser novidade para ninguém. aproveitei e consegui uma paixão platônica pela personagem da Ally Sheedy – a branquela de cabelos curtos que passa a primeira metade do filme praticamente sem falar. apaixonante, apaixonante até a medula. a moça e o filme.
agora preciso conseguir o DVD, e seria legal se alguém fizesse uma caixa do “Brat Pack”. com quem devo falar para que essa ideia vá para frente?
(via Tomás)
(…) Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
(…)
O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção (…)
obrigado, Estadão, por não abraçar a falsa neutralidade. e, claro, por apoiar o candidato certo, dentre os que se apresentaram.
numa crítica da nova versão do VW Jetta no “Wall Street Journal”, Dan Neil (que já ganhou um Pulitzer por suas resenhas automotivas) solta uma frase que é uma lição:
Every young man should start life with good shoes, a good suit, a decent haircut and one inspiring German sedan to set him on a life of car connoisseurship.
só me resta concordar e procurar uma BMW E34 para chamar de minha. (caso o link não funcione, leia o texto aqui)
Este vídeo é a prova definitiva de que existe outro universo em que o caos impera, as leis da física são diferentes e eles também precisam cozinhar.
Ivan Bicudo, o mestre, sobre esse vídeo aqui.
dia desses o Thiago me disse que sonha com um Citroën DS. bom gosto demais. até Roland Barthes curte um, que coisa.
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um mapa dos estereótipos europeus, nota dez. gostei de lembrarem que a Escandinávia é socialista… mas incrivelmente, num sentido bom.
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reduzir a quantidade de calorias deu bons frutos já na primeira semana: perdi 1,5 quilo. nessa tocada, consigo voltar ao meu peso ideal em um mês, e com uma vantagem: tempo e aparato suficientes para cumprir 102% (!!!) das prescrições passadas.
além da dieta, fiz uma outra mudança durante esta semana: pedi ao treinador a inclusão de abdominais laterais em todos os treinos. fiquei obcecado por erradicar quaisquer indícios de muffin tops, qualquer coisa que possa me dar centímetros a mais na largura. já senti alguma mudança, e já consegui passar de 40 para 55 abdominais de cada lado. obviamente isso faz com que minha energia vá para o espaço ao final do treino, mas a intenção é essa mesmo. espero conseguir, em outubro, chegar a 75 de cada lado – ou mais.
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Muse abrindo pro U2 no Brasil? por um lado, é coerente: duas bandas megalômanas que já fizeram bons discos e que hoje nadam num oceano de pretensão e anemia pop. por outro, é um saco…
estão armando alguma no Piantella: passei em frente ao restaurante há cerca de uma hora e contabilizei, ali na entrada, dois Jaguar XF, uma BMW 335i conversível e uma série 7 da atual geração.
não é nenhuma surpresa encontrar tantos carros desse tipo juntos aqui em Brasília, mas se é na porta do Piantella aí tem coisa.
um brinde ao Exército da Colômbia, que depois de ter mandado o Raul Reyes para o inferno em 2008, agora despachou o principal líder das Farc, esse grupinho terrorista que vai sendo varrido do mundo. boa!
but if we start dreaming now
Lord knows we’ll never leave the clouds
and you’ve been so busy lately that you haven’t found the time
to open up your mind
and watch the world spinning gently out of time
(Blur, “Out of time”, 2003)
decidi: no domingo (dia livre da dieta) vou comer pizza no café da manhã. encomendo no sábado à noite, deixo na geladeira e, no outro dia, mando ver. já sei os sabores… alguém recomenda alguma pizzaria?
(…) é uma pena que a grande maioria das casas ainda persista com as tais garrafinhas – que parecem cada vez menores. Por que não 1 litro (ou 750 ml), como na Europa ou nos EUA? Já vi muitos estrangeiros reclamarem a respeito. Lembrei em especial da escritora anglo-libanesa Anissa Helou, que esteve aqui em 2009 para o nosso evento Paladar – Cozinha do Brasil. Fomos a vários lugares da cidade, de casas étnicas simples à alta gastronomia, e ela se entusiasmou com a diversidade da nossa restauração. Só tinha uma coisa que ela não entendia: ‘mas por que essas garrafas de água tão pequenas…?’
no blógue do Luiz Américo Camargo, crítico gastronômico de “O Estado de S. Paulo”, leio sobre algo que também me irrita: as garrafas de água mineral cada vez menores – e mais caras – nos restaurantes.
não é a primeira vez que coloco uma foto de aurora boreal aqui. essa rolou em Tromsø, na Noruega. mas fazer o quê, se elas me atraem tanto?
e ainda tem a história de como a foto foi feita. e ainda tem o novo do Walkmen, ou a música do Broadcast que eu estava ouvindo quando comecei a ver as fotos.
mesmo assim tem gente que não acha a vida bela. que coisa.
hoje a minha dieta contempla um número fabuloso de calorias: 999. meu destruidor de prazeres gastronômicos nutricionista disse que agora é assim: três dias com 999 calorias, três dias com 1600 e um podendo fazer o que quiser, na proporção que eu quiser – coisa que venho exercendo com a maior falta de noção possível e, apesar disso, tem dado muito certo.
mas 999? creio que, tirando os seis domingos em que tive de me alimentar de detergente suco esquisitão, nunca havia comido tão pouco na vida.
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tá rolando promoção de Adidas na By Tennis, e dos Adidas do bem: passei lá e levei dois Superstar, o tênis mais confortável da história da civilização, pelo preço que normalmente seria de um só. ainda queria ter levado um Dragon, mas é melhor exercitar a paciência do que o cheque especial. enquanto isso, vejo que vários dos meus amigos já não têm a mesma predileção pela marca do que quando tínhamos vinte anos: a fronteira dos trinta parece ter batido forte e, pior, a golpes de sapatênis.
obrigado, fico com os Adidas, por mais indie que isso seja. qualquer dia tento achar um meio-termo entre ele e os oxfords que uso no trabalho. sugestões nos comentários, mas mantendo a decência estética, por favor.
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SMS, essas curtas. ai. (via Luciano)
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eu queria poder dizer que vem uma revolução pessoal por aí, quando ela viesse. mas melhor não – esse tipo de coisa não se anuncia, já disse mais de uma vez e já tenho provas suficientes de que é assim que funciona. mas posso dizer que cortei os cabelos hoje… afinal de contas, também é uma novidade.
trolling is throwing a plastic bone in a cage with hungry wolves – they’ll fight for it to the death just to find it’s not edible.
essa é a melhor definição de trolagem (ou “trolhagem”, como prefiro) que já vi. tirei da Encyclopedia Dramatica.
um chocolate desenhado pelo doutor Oscar. obviamente, essa coisa há de ser gostosa, e há de ser vendida em Brasília. (dedos cruzados)
compras feitas, trabalho apresentado e entregue, banho quente e um sanduichinho.
como é bom relaxar em meio à tempestade…
essa descoberta por uma dica dada pelo Rogério na sexta. eu quero ir a essa marcha. muito.
Comediante Jon Stewart promove “Marcha para restaurar o bom senso”
Os humoristas norte-americanos Jon Stewart e Stephen Colbert convocaram concentrações para as vésperas das eleições norte-americanas de Novembro, numa aparente paródia a uma iniciativa do movimento da direita conservadora Tea Party.
O anúncio do Rally to Restore Sanity foi feito por Stewart no seu programa “The Daily Show”, quinta-feira passada. Face à dúvida sobre se se trataria de uma patranha ou se estaria a falar a sério, no dia seguinte, segundo o diário britânico “The Guardian”, diversos canais de notícias telefonaram para a polícia de Washington, que confirmou o pedido para uma concentração pública na data anunciada.
O Rally to Restore Sanity, qualquer coisa como Marcha para restaurar o bom-senso, que Stewart anunciou para 30 de Outubro, no National Mall, um amplo espaço entre o Capitólio e o Lincoln Memorial, destina-se aos que acham que “gritar é chato, contraproducente e terrível para a garganta”.
O apresentador do “The Daily Show”, que é transmitido em Portugal, diz que a sua iniciativa, também referida como Million Moderate March (Marcha de um milhão de moderados), uma designação com ressonância histórica nos Estados Unidos, se destina a dar a palavra aos “80-85 por cento dos americanos que não são extremistas” e é um contraponto à minoria de 15 a 20 por cento que, nas suas palavras, domina a discussão política nacional.
Há cerca de três semanas, o comentador conservador Glenn Beck e a antiga candidata a vice-Presidente Sarah Palin, considerada a líder do movimento Tea Party, nascido no seio do Partido Republicano mas que está a conseguir eleger candidatos que não são os lançados pelo partido, promoveram uma concentração para “Restaurar a Honra” no mesmo local. Beck, considerado um dos ideólogos do Tea Party, atraiu cerca de 200 mil conservadores a Washington e foi criticada por ter sido marcada para o 47º aniversário do célebre discurso de Martin Luther King “I have a dream”.
Stewart, que satiriza a política norte-americana de um ponto de vista liberal – o que, no contexto do país, equivale à esquerda moderada -, pretende atrair os que acreditam que só há direito de desenhar um bigode de Hitler em alguém “quando essa pessoa é realmente Hitler”. A piada é uma alusão a posters vistos em iniciativas do Tea Party em que o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, surge com um bigode semelhante ao do ditador nazi .
Em simultâneo deverá decorrer a March to Keep Fear Alive, que é como quem diz Marcha para Manter o Medo Vivo, uma contra-iniciativa promovida por Stephen Colbert, que na televisão parodia a partir de um ponto de vista conservador, e agora surge a encorajar os seguidores a “restaurar a thruthiness” (uma palavra inventada por ele que será qualquer coisa como verdadeza) em Washington.
Apesar de as iniciativas decorrem a dois dias das eleições, Stewart insiste que isso “não tem significado algum”. A 2 de Novembro, os norte-americanos elegem a Câmara dos Representantes, renovam um terço do Senado e escolhem cerca de três dezenas de governadores estaduais.
sexta-feira o nutricionista me deu um choque: uma nova tecnologia dele me mostrou que estou bem aquém do que se imaginava – como todo mundo, segundo ele. na real, esse novo aparelho só deve ter o propósito de gerar receitas para ele… hahahahaha.
verdade ou não, amanhã tem uma nova fase na dieta, e das pesadas. enquanto isso, no final de semana livre, consegui uma intoxicação alimentar. já estou bem, depois de passar umas horas achando que partiria dessa para outra – se melhor ou pior eu não sei, o importante era não sentir a mesma dor.
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também na sexta comprei a primeira edição da Alfa, a nova revista para homens da editora Abril. surpreendentemente, ela é muito boa, apesar de uns pecados – como uma matéria de carros tão mal-feita que parece estar inacabada. o grande ponto fraco no entanto, é a quase falta de mulher: tem que ter mais fotos de mulher. e não precisam ser famosas… é só não serem vulgares que já tá muito bom.
também comprei a Wish, mas ainda estou lendo, não sei se vai bater a Alfa – embora seja outra proposta.
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a Clotilde Reiss, aquela professora francesa libertada pelo Irã uns meses atrás, é muito bonita. a Sarah Shourd, a mochileira americana liderada pelos cleptocratas persas esta semana, não é tão bonita, mas é um charme.
será que as prisões para estrangeiras no Irã estão tão cheias de gatas assim?
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continua o desabastecimento de Coca-Cola Light Plus em embalagem de 1,5 litro nos supermercados de Brasília. o próximo balanço trimestral da Ambev deve mostrar uma leve alta nos lucros, puxados pelo aumento do meu consumo de guaraná-zero. como não é a mesma coisa, estou pensando em impetrar um mandato de segurança contra a Brasal Refrigerantes, para que esta se comprometa a garantir o meu fornecimento de Coca…
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umas fotos bonitas, e a minha vontade de viajar volta com força total. ou será a vontade de emigrar?