assisti ontem a um filme muito ruim chamado “My sassy girl”, que, se o título em inglês já parece coisa de pornô, como disse a Carmela, o título em português é ainda mais constrangedor, mas em outro sentido. nele, a Elisha Cuthbert se faz de louca-doida-desequilibrada durante a maior parte dos acontecimentos, e no final descobrimos de súbito que ela tinha motivo para tudo. mas a vida não é assim: as mulheres doidas são desse jeito porque sim, não existe um motivador racional que as deixe doidas. dito isso, vale dizer que o filme é nota 1, já que os belos cenários de Nova Iorque e a protagonista gata não o deixam zerar nos meus critérios.
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a coluna do Álvaro Pereira Júnior na Folha de hoje é imperdível: um festival indie em Nagaland, no extremo leste da Índia, área de fronteira com a Birmânia. um lugar no qual 90% dos habitantes são cristãos, os traços deles são parecidos com os de asiáticos do leste (japoneses e coreanos, principalmente), ninguém fala hindi… e rola uma guerra civil parecida com a dos terroristas das Farc na Colômbia. o texto que deu origem à coluna de hoje é aberto e está aqui, falando de gente vestida de índio, com colares de ossos de inimigos mortos no pescoço, mandando SMS adoidados enquanto o rock corre solto no palco. na prática não deve ser muito emocionante, mas foi o suficiente para me deixar interessado. parece que tem outra edição no começo de dezembro, alguém se habilita?
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enquanto isso, o mais rock and roll que temos por aqui é a fantástica seção “Boletim de Ocorrência” do Maskate, cada vez mais engraçada.
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um carro movido a Mentos e Coca Light. uma ideia muito mais genial do que o Toyota Prius, sem comparação. por outro lado, e o medo de ficar sem refrigerante para beber?