estou com dois posts na minha cabeça, quase prontos, mas vão ficar para o ano que vem. então é isso, gente, apertem os cintos e feliz 2010 para todos nós.
Archives mensuelles: décembre 2009
é tendência
na chamada para o “Moda & Música”, programa da Fashion TV que tenta traçar um paralelo entre as duas coisas mostrando a moda criada e adotada por cada movimento musical, dá para ver, sob uma trilha sonora de “Smells like teen spirit”, e intercalado por imagens de várias dezenas de clipes, trechos dos clipes de “She’s in fashion” e “Saturday night”, do Suede.
tá, mas quem se importa com isso? eu, oras.
sabichão
Só dois combustíveis movem os meus textos: água e Coca-Cola light – a light, não a Zero. – Reinaldo Azevedo, mostrando que sabe qual é a melhor Coca-Cola.
Zacateca
eu também! RT @tsadam Alguém mais achou que 2009 foi excelente? Eu gostei tanto e tá todo mundo reclamando…
fubanga
decidi mexer com drogas pesadas hoje: estou ouvindo “First impressions of Earth”, o terceiro disco dos Strokes. dá para resumir o LP no seguinte:
- eles tentam de todo jeito imprimir energia nas três ou quatro primeiras músicas, mas você sente a vontade da banda toda querendo bocejar;
- “Ask me anything” é o Julian Casablancas tentando reescrever “Eleanor Rigby”, dos Beatles: falha miseravelmente;
- “Evening sun” começa querendo ser “New test leper”, do REM, e termina querendo ser “Tonight, tonight” dos Smashing Pumpkins.
mas o disco melhorou um pouco, de nota 2 passou para 3,5. será que se eu continuar ouvindo ele chega a 6?
bocada
também na segunda eu voltei para a academia, depois de três semanas suspenso por conta da coluna. depois de quatro dias sem dor alguma, liguei para o treinador e falei que poderíamos tentar o retorno, e ele achou por bem fazer séries com menos peso e mais repetições. não senti dor na hora, mas estou com aquela “dor reflexa”, que não me mata mas fica a todo tempo me lembrando que tenho uma coluna enferma.
ontem repeti a dose, fazendo ad nauseam os mesmos poucos exercícios e aguentando trinta e cinco minutos de bicicleta ergométrica, divididos em três vezes. antes de começar as atividades de terça, decidi me pesar, para mensurar a destruição causada por vinte dias sem poder treinar mais uma semana de alimentação irresponsável em Deprelândia. e deu que, na verdade, estou mais leve do que antes, 300 gramas.
é bem verdade que perdi alguma coisa de massa magra, mas comemorei o resultado: só de não engordar eu já estou muito no lucro.
maloca
peguei o carro na revisão, segunda-feira. a folga no câmbio diminuiu graças à troca da bieleta, mas houve alguns efeitos colaterais: a embreagem (embraiagem, se você estiver em Portugal) está pesadíssima, e o comando de subida dos vidros na chave não está funcionando. liguei na Champion e vou levar o carro lá para ver que p**** é essa.
no meio disso, a vontade de ficar com o 307 até 2013 e tentar trocá-lo num CLC esmoreceu. primeiro por causa desse incidente, e segundo porque descobri que o volante do CLC não é nem revestido de couro. pode parecer pequeno, mas um carro de R$ 120 mil (preço promocional) não ter isso é… uma pena. mas ainda tem muita água para cair até o prazo para troca do meu carro (a partir de 5 de agosto de 2011) chegar.
e se eu pegasse um raro (e feioso) Saab 9000 1991/92 + um Smart?
gostei
(visto no Brainstorm #9)
dica
além dos blógues da Exame que uso no meu trabalho ou no controle das minhas atividades na bolsa, gosto muito do blog da Carolina Meyer, o 4P, extremamente bem escrito e ilustrativo de coisas que encontramos por aí. vale a lida.
insetos
it is extraordinary, think about it… in South America there are no elephants, kangaroos, lions, hyaenas, honey badgers, there’s nothing interesting at all, it’s all just insects designed to make you have a debilitating, agonizing death.
Jeremy Clarkson, aos 28’40″ desse vídeo aqui.
nacional
esse esforço para ver a Saab viva e produzindo carros nas mãos de outro grupo, ao invés de ser fechada, continua sendo a coisa mais apaixonante do mundo. como vocês podem saber, só vieram uns poucos Saabs para o Brasil, acho que 20 ou 30, no final de 1991. nunca vi um pessoalmente por aqui, só na Europa, e no entanto me sinto completamente envolvido e torcendo para que a fabricante sueca sobreviva.
curto e grosso
palandi says: (23:05:03)
e aí, curtindo a vista de SP?
V says: (23:05:57)
não aguento mais
V says: (23:06:06)
cidade aborrecida da porra
palandi says: (23:06:11)
UFA, ALGUÉM ME ENTENDE
sintoma
talvez você se lembre do que escrevi aqui, um mês atrás, quando comecei a preparar uma vingança. não quis dar detalhes à época, para não prejudicar o andamento da coisa.
aconteceu o seguinte: já fiz, até agora, cinco trabalhos em grupo na escola de lobistas. em quatro deles eu me responsabilizei por mais da metade da execução, acompanhei de perto cada etapa – em dois eu fi-lo todo, só botei os nomes dos colegas junto e entreguei.
aí no quinto, com uma dessas colegas, eu travei. não tinha a mínima inspiração, não conseguia fazer, tava de matar. pedi para que ela tomasse a frente, levantasse uma bibliografia, e começasse a escrever, para quem sabe depois eu poder ajudar mais. ela conseguiu umas coisas, eu fiz umas poucas revisões no texto, que estava muito bom, e o trabalho foi entregue.
alguns dias depois, o professor pediu para que a monitora nos informasse que havia sido detectado plágio no trabalho. sim, plágio: havia cópia descarada de períodos do texto vindo de páginas na internet, e a bibliografia que a colega havia colocado não batia. desesperei-me, e fui perguntar quais seriam as saídas. a monitora informou que o professor determinou que, se não provássemos onde foi usada cada referência bibliográfica do texto, teríamos de fazer um novo trabalho – e a nota máxima seria a média.
liguei para a colega, exigindo explicações, ela disse que trataria disso com o professor. uns dias depois eles conversaram, e ela não conseguiu mostrar UMA citação relacionada sequer. resultado: um novo trabalho pela frente, podendo no máximo passar na matéria. ela pediu desculpas algumas vezes, eu disse que ela tinha f***** tudo – lembre-se, eu a carreguei quando ela não pôde participar, e ela me retribuiu com plágio. falei que até perdoaria, mas que nunca mais confiaria nela.
daí ela se emputeceu e falou que eu estava fazendo drama demais, porque não era um problema de saúde, não havia uma morte. e eu respondi que se eu tivesse plagiado alguém, teria a decência de ter-me dado um tiro no peito logo depois. até hoje ela diz que eu estou “estranho” com ela, e na primeira vez que eu ouvir isso em 2010 vou responder apenas “não estou estranho, só parei de confiar em você”.
fiz o trabalho sozinho, sobre outro assunto (com o consentimento do professor) dentro da disciplina. e a parte vingança mesmo. a vingança desse caso foi coisa limpa, limpíssima: era apenas fazer o melhor trabalho que ele leria em toda a turma. pesquisei, baixei o texto do autor (as “Confissões” e a “Cidade de Deus” de Santo Agostinho) em inglês para ler e, tivesse eu algum conhecimento de latim, língua original dos escritos, tê-lo-ia lido no original. puxei análises de teólogos, de cientistas políticos e até de gente que mexe com aquela coisa desprezível chamada direito. reescrevi tudo quatro vezes, até ficar um negócio de sete páginas que em breve pretendo disponibilizar aqui.
enfim, não foi uma vingança má, e eu consegui o que queria: hoje soube que obtive a nota máxima, que se transformou na média mínima para aprovação, como ele havia dito. estou completamente aliviado e aprendi a lição: assim como Santo Agostinho defendia a imperfeição da política terrena e que a vida perfeita só seria atingida na Cidade de Deus, eu defendo que você considere a imperfeição dos seus colegas vagabundos e só conte com Deus na hora de fazer trabalhos acadêmicos…
azulão
de volta à civilização, morrendo de sono, acabadaço. parece que a última vez que dormi foi de 13 para 14 de setembro, alguém me confirma isso?
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ainda não peguei o carro na revisão, vou fazê-lo daqui a pouco. janeiro será um mês longo para ele: a nova bieleta no câmbio instalada, os pneus que serão trocadas, quem sabe alguma coisa a mais – que não vou colocar aqui senão serei cobrado. e já estou com vontade de dirigi-lo, mas muita vontade mesmo: por mais que o Civic do meu pai seja zero-quilômetro e infinitamente superior ao meu 307 em vários aspectos, ele não é meu número.
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como o carro não está aqui, vim trabalhar de metrô. é o caminho usado por gente civilizada em países desenvolvidos, mas aqui em Brasília a coisa beira o precário. mas foi legal, especialmente porque nessa época do ano a cidade está vazia e, por consequência, os vagões também. eu fui o único a embarcar na minha estação, e um dos três que desceram na da 102 sul, a mais próxima da Telerj.
mesmo com vontade de dirigir, é capaz de eu vir para cá de metrô nos próximos dias, deixando o carro para quando realmente for o caso de botar um sorriso no rosto levantando poças d’água ou dando 140 na zona rural do Lago Norte.
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as coisas estão vindo desordenadamente à minha cabeça. será pedir muito pedir para dividir tudo em vários posts?
tablete
Ana Paula me mandou na lata, hoje: eu me tornei uma pessoa amarga, e isso aconteceu especialmente esse ano. e foi o tipo da mudança que nem percebi que estava rolando. acho que felizmente não cheguei ao nível Clarice Lispector da coisa, um poço de ressentimento escrevendo mal (detesto a obra dela). mas de toda forma vou tomar todo cuidado do mundo para não chegar a esse ponto.
quanto ao meu amargor atual, é puro medo de quebrar a cara. não sei se tem cura, e se alguém souber se tem, por favor, deixe um comentário dizendo o que é. conto com a ajuda de vocês para ser uma pessoa menos amarga daqui para frente, de preferência ainda em 2009.
referência
e se um dia eu sair de Brasília, o maior motivo é esse (continua aqui).
homem do dia

olhem só para a cara dele. tá aí um cara que gosta do que faz. gosta não, ama. que não conseguiu ficar aposentado curtindo a família, e que tem uma esposa que sabe o quanto ele ama o que faz – tanto sabe que o liberou para voltar, depois de três anos.
mesmo sabendo que pode ser patético. mesmo sabendo que o emprego dele não é qualquer emprego, e que envolve, literalmente, arriscar o pescoço. mas enfim, ela liberou, e olha só o sorriso do figura. willkommen zurück, Michael. e pode ter certeza que vou me lembrar, no começo da próxima temporada, do quanto você ama aquilo ali. e que, antes disso, vou lembrar disso na minha própria vida.
Bonn
(post nascido de uma impressão tida em Deprelândia, conforme abaixo)
às vezes eu me acho um alienado. que vivo em um mundo à parte. e não, não tem nada a ver com Deprelândia: é uma mistura em partes equânimes entre uma novela do Manoel Carlos, um ambiente de funcionalismo público graduado e um show de uma banda indie qualquer (para exemplificar, tomemos os XX, atuais queridinhos da mídia). em uma cena, era como se eu tomasse café com a Romy Madley-Croft, vocalista da banda, na confeitaria Praliné, na 205 sul, enquanto falo do meu trabalho e nem reparo no ar-condicionado do lugar.
interessou? é até legal, mas tem um problema: não é real. viver no Plano Piloto faz com que a gente se esqueça que aquilo é, com o perdão da expressão, uma Bras-ilha da fantasia, algo que não guarda a mínima semelhança com a forma que as coisas no Brasil são. e eu não vou dizer que basta sair da parte central de Brasília para perceber que as coisas não são assim: nas minhas duas semanas entre Portugal e Espanha, no meio do ano, era como se fosse um spin-off da minha vida brasiliense, como se ela continuasse ali. tudo cinemático, tudo lindo, tudo maravilhoso.
mas aí eu vim parar aqui e vi como funciona: trinta e três graus à sombra, ruas entulhadas de carros, o velho tédio vazio envolvendo pessoas planas. isso parece bem mais próximo de como as coisas são do que a minha vida, isso tem jeito de ser mais tangível do que aquilo que me cerca… mas pode ser que eu esteja falando besteira.
sinto como se tivesse tido um sobressalto daquela doença que me acometeu no final do ano passado, e da qual não me sinto curado até o momento. mas como é que se resolve isso?
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entre um e dois meses atrás eu andei pensando muito em Bonn, a ex-capital da Alemanha. tenho amigos que moraram lá, e que já me disseram que a cidade é um bom lugar para criar as crianças.
é bem verdade que eu não ando com vontade nenhuma de conversar com eventuais candidatas a mãe das minhas filhas (talvez essas, mais do que qualquer outro grupo de pessoas, e tem a ver com a doença de 2008), mas achei importante reter essa informação, e agora estou com muita vontade de conhecer Bonn. alguém aí pensando em férias para 2010?
quick Deprelândia news
os últimos acontecimentos do lugar onde nada acontece, reunidos em um só post.
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depois de passar três dias aqui, constatei que a única coisa mais ou menos divertida, mesmo assim apenas se você tem paciência para trafegar em vias movimentadas, é encher o tanque do carro e ficar dirigindo, sem parar e sem fazer questão de ter para onde ir, ou mesmo descer do carro. em três dias eu já gastei dois tanques de gasolina fazendo isso, e, tirando umas poucas horas em Campos do Jordão, eu nem desci do carro.
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outra descoberta importante desse período é que eu não ando com vontade de falar com ninguém, sobre nenhum assunto. não estou com raiva de nenhuma pessoa e também não me sinto incomodado com qualquer papo, mas tirando aí as visitas anuais às pessoas que tenho que visitar, fico trancado no meu antigo quarto ouvindo música e/ou dormindo, protegido do calor e da luz (o índice de luz natural aqui anda insuportável).
já vinha notando, nos últimos dois meses, essa falta de vontade de falar com os outros, à medida em que ia cada vez mais pensando no trabalho, que ficava quieto e no meu canto na pós, que não saía mais. e agora que admiti isso, até para mim mesmo, continuo sem vontade de falar com as pessoas. por mais que seja necessário e que isso possa me prejudicar pessoalmente. acho que isso tem a ver com um problema diagnosticado no final do ano passado, e que até hoje não superei.
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falando em diagnóstico, suspendi a oxicodona para a coluna. ao invés de dois comprimidos por dia, tomei apenas um nos últimos dias, e hoje nem isso. tenho apenas seis comprimidos e, menos por medo de me viciar do que por querer de usar os últimos com sabedoria, decidi parar de tomá-los na base originalmente indicada pelo médico. e não tem nada a ver com a proibição de ingerir bebidas alcoólicas enquanto estivesse sob os efeitos dessa coisa… até porque não ando nem com vontade de beber.
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andei pensando seriamente em passar minhas próximas férias por aqui, indo para o Rio de Janeiro e para Paraibuna, depois voltando. mas com o ritmo das coisas nessa região, cancelei – e preciso falar com o Alê sobre isso. estou contando os minutos para voltar a Brasília, e são quatro dias até que isso aconteça.
por falar em Brasília, estar aqui me deixou uma impressão diferente da cidade, a ser descrita no próximo post.
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para encerrar: uma visita recorrente (vinte vezes por dia) é à página Saabs United, que traz todos os fatos e boatos envolvendo a fabricante sueca que ainda não foi vendida para os chineses – e que, espero, logo estará em mãos holandesas. nem sabemos se a marca sobreviverá, mas eu continuo sonhando em ter uma perua 9-3…
horrível
enquanto eu estava preocupado com a Saab, a Ford foi lá e acabou com a Volvo, vendendo-a a um grupo chinês.
sinceramente, eu posso estar muito errado, mas aposto que não vai dar certo. uma coisa é a Tata, uma empresa indiana mundialmente conhecida e uma gigante siderúrgica, comprando a Jaguar e a Land Rover – em dois anos de administração, já estamos vendo coisas legais surgindo. outra coisa são xinglings desconhecidos pegando uma marca que foi desnaturada pela Ford: a segurança continua lá, mas o C30 é um Focus, o S60 é um Mondeo, o C70 é um grande nada.
que a Geely mostre que eu estou errado, mas eu não acho que isso vá acontecer.
engenharia
acabei de mandar um email para o Ed Whitacre, presidente da GM, pedindo para que ele não desista de vender a Saab. quero a marca viva, para que um dia eu possa ter um 9-3 com tração integral, câmbio manual e um seis-em-linha com turbo, feito para fazer motoristas sorrirem.
e estou torcendo loucamente para que a Spyker leve a Saab. torçam comigo.
básico
oi, tudo bem? estou em Deprelândia, terra de minha família, passando muito calor e tentando entender como é viver em uma cidade chata, com ruas estreitas, gente feia e coisas sem sentido, tais como esquinas. é estranho, é muito estranho. mas sorte que acaba no próximo domingo.
vou dar um rolê com Craudio e Pedro Cohen agora, ia escrever mais por aqui mas não vai dar tempo. só para deixá-los com água na boca, informo que hoje almocei num dos melhores restaurantes de Deprelândia. chama-se McDonald’s, alguém conhece?
calor
o ar-condicionado da minha área aqui na Telerj não funciona há umas duas semanas. ontem eu liguei na área que cuida da manutenção e perguntei se era impressão minha ou meu andar tinha virado uma sauna hetero. a pessoa confirmou, dizendo que o aparelho tinha pifado. falei que a situação estava insuportável e perguntei quando ela seria normalizada. ouvi que não havia previsão, porque a Telerj está sem contrato com a empresa que dá manutenção.
ai.
com essa informação e com o fato de que não teria nenhum encontro com parlamentares nesta quinta, pedi à minha chefe para vir trabalhar à paisana e aqui estou hoje, de camiseta e jeans.
mas parece que o calor aumentou. multiplicou-se por dez.
parece até que “Disco 2000″, do Pulp, que estou ouvindo nos fones de ouvido e que é uma música tristíssima, está ainda mais triste. meu cérebro já virou o recheio de um pastel de Belém, já bebi quatro copos de água e uma lata de Coca Light desde que cheguei aqui. e como estou adiantando trabalho de amanhã, vou ter que suportar isso por mais tempo ainda.
ai.
p.s.: não vim trabalhar de bermuda porque não é permitido, só por isso.
vontade 2
“Eu quero o Santos campeão de tudo. Até no cara e coroa, para escolher o campo. Quero cultivar a minha utopia do Santos sempre campeão de tudo” – Luiz Álvaro de Oliveira Ribeiro, novo presidente do meu time, ontem, durante sua posse. coloquei aqui porque o Santos precisa de gente assim.
flanela
eu estou devendo muitas coisas
uma ressonância magnética para minha coluna
um email para o Gabriel
dez emails para a Lisa
o presente de aniversário do meu pai
uns textos neste blógue
e eu vou pagar. mas posso dormir um pouco, antes disso?