fura-bolo

hoje é feriado em Brasília: dia do crente. quer dizer, é feriado mas não é feriado: na Telerj, por exemplo, o expediente é normal, enquanto o comércio adotou fórmulas diferentes para resolver a questão. acho esse feriado vacilo: se for para esculachar, quero o do ano novo judaico, por exemplo.

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aproveitando que uma galera ficou em casa por causa do feriado, fui almoçar num restaurante que não o da Telerj, e foi só tranquilidade: filas a menos da metade, vagas para estacionamento no meio-fio, tudo nota cem. e eu ainda peguei menos comida: ante uma média de 450 gramas por prato, peguei míseros 368 gramas hoje, uma maravilha. estou orgulhoso de mim mesmo, e também por ter resistido, na saída, aos sorvetes de chocolate Garoto que chegaram nesse restaurante.

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nem nas melhores previsões eu imaginava que a rodada do Brasileirão fosse acabar assim: Corinthians entregando o jogo para o Flamengo, Palmeiras fazendo golaço (aquele segundo), Inter voltando a ser vice-líder. e o São Paulo, aquele time que não quero ver campeão de jeito algum, no quarto lugar. é cedo para comemorar, mas são boas as vibrações. meu Santos apenas escapou do vexame em Santa Catarina, o que já está de ótimo tamanho, mas não dá sinais de melhora para o ano que vem. será mesmo que terei de aguentar mais um ano de mediocridade?

trolha

você sabe o que é um troll? é aquele cara que entra na discussão só pra semear a discórdia. eu tenho uns raros momentos desses, como falando de política dentro da Telerj, e tenho vários amigos que são mestres na arte da trolhagem, como o Craudio e o Otto – o Márcio, no tempo da faculdade, também tinha fama de troll.

lembrei disso porque estou lendo no Autoblog a notícia sobre a linha 2011 do Mustang V6 e tem um troll de primeira lá. o carro ganhou quase 50% de potência e ele mandou um “MEH” desdenhando. aí meia dúzia de defensores do carro foram tirar satisfação e ele mandou um “EU PREFIRO TER UM V8, PAREM DE SUSSURRAR”. é um negócio simples e até sem graça, mas eu fiquei rindo sozinho aqui. nisso começaram a achar ruim de ele escrever em maiúsculas e ele só mandou um “DESCULPE SE FALEI ‘MEH’ MUITO ALTO, ISSO AQUI NÃO É UMA BIBLIOTECA”. ri demais, o cara é um gênio.

holandesa

alguém sabe o endereço da família Goto no Butão? nunca mais ouvimos falar do casal número 1 do Uruguai, parece que eles debandaram pro pequeno país asiático e vivem lá agora, plantando hortelã e fazendo taichi, com planos de abrir a primeira loja da Prada no país. sério, cadê eles?

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saiu um novo sabor de Mentos, guaraná com laranja. você viu? comprei um agora há pouco e acabei de prová-lo. ele tenta ser um amálgama das duas coisas e não consegue ser nem uma nem outra. sinceramente, se fossem fazer um Mentos de uma invenção brasileira, que fosse só guaraná, ou então o açaí, porque essas misturebas nossas, como o frango + catupiry, são difíceis de engolir.

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hoje tá um dia legal para ver futebol: Inter vs Fiorentina foi muito bom e eu, torcedor da Inter, queria que o jogo terminasse empatado, porque a Fiorentina jogou muito. o Chelsea vs Arsenal tá indo bem também, e daqui a pouco tem Real Madrid vs Barcelona e, tomara, o Flamengo assumindo a liderança do Brasileirão. não que eu morra de amores pelo urubuzéu, mas ninguém aguenta um tetra consecutivo do São Paulo.

Eszett

tudo bem devagar: almoço tranquilo na Cantina da Massa com o Pipe, discussões pouco acaloradas por email e por MSN, pouca vontade de sair de casa e muita de dormir – mas hei-de sair. deve ser culpa do calor, parece que hoje tivemos trinta e dois graus por aqui… fica difícil pensar com esse calor, não? ou essa era glacial chega logo ou não teremos um prêmio Nobel brasileiro nunca.

Kroran

hoje eu a vi de novo. incrível como tudo parece ser mais dramático e leve quando ela está perto, incrível como eu paro tudo para vê-la, para cumprimentá-la, para despedir-me dela. acabei lembrando de uma música que diz que ela está nos meus ossos, que é a minha medula, e que ela está no ar, entre as moléculas de oxigênio e dióxido de carbono. e aí ela se foi, poucos segundos presos nas minhas retinas, e o dia todo ficou mais apaixonante. esqueci de tudo o que tinha que fazer e de como esse momento foi bom.

mas não vou chegar perto, não quero que o encanto se quebre.

iota

saindo da academia, o corpo se sentindo bem e a alma melhor ainda, desci a 307 sul admirando a beleza desse lugar. quando atravessei a rua, lembrei de um pensamento recorrente desde que saí do Sudoeste e vim para a Asa Sul: não tem um dia que eu passe sem sentir vontade de deitar de bruços no chão, com os braços abertos, com vontade de dar um abraço nessa cidade. acho que não precisava mais dizer o quanto gosto de Brasília, mas às vezes eu ainda me surpreendo com isso.

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por falar em amor à cidade, gosto muito da administração do atual governador, mas ele precisa saber uma coisa: segunda chance a gente até dá, terceira chance não tem como. o que me entristece é saber que, caso essa treta revelada hoje se mostre verdadeira, é meio caminho andado para o Roriz voltar. e se ele voltar será o caos.

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mesmo assim eu ando com vontade de ir à praia, ficar de frente para o mar com uma lata de Neutrogena Fresh Cooling FPS 70 na cara e bebendo água de côco. depois almoçar camarão, ler alguma biografia maneira e não arredar o pé da areia até que o sol se ponha. mas tem que ser numa praia que tenha no máximo quatro pessoas a cada cinco quilômetros e água quente no mar. bora?

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eu gosto do AC/DC, aquela banda que o Papa, quando ainda era “apenas” o cardeal Ratzinger, disse que o nome significava “anti-Christ / death to Christ”, mas que na verdade é aquele adaptador de tomada que diz “corrente alternada / corrente continuada”. mas, por algum motivo, não me senti animado o suficiente para ir até o inferno assistir os caras ao vivo.

em compensação, no meio de janeiro tem uma ótima maneira de eu me torturar naquela cidade horrorosa.

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já que falei de música, um negócio curioso: enquanto eu bombava com força total na academia, fazendo cara feia e blasfemando, o som ambiente tocava… “Champagne supernova”, do Oasis. e eu ia fazendo os exercícios enquanto cantava e achava aquilo o cúmulo do bizarro. foi estranho que só, mas me ajudou a suportar a pena série ministrada pelo treinador.

liso

faço coisas muito boas e bonitas quando estou apaixonado ou pela amizade de alguém. mas quando o ódio me sobe à cabeça e passo a fazer coisas por vingança, as coisas boas e bonitas ficam ainda melhores. estou dizendo isso porque arrumei uma vingança nova para realizar, e estou disposto a levar essa até as últimas consequências.

não é para ter medo porque sei exatamente quem é meu alvo, como sei que não lê isso aqui. quando a vingança estiver completamente executada, dentro de uns vinte dias, conto o que aconteceu. enquanto isso, não se preocupem: do meu ódio cuido eu.

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mudando de assunto: hoje cedo na Telerj, uma colega de trabalho, mãe de um pré-adolescente, saiu hoje uma reunião. na volta, disse a ela que haviam ligado de um centro de cuidados de animais, perguntando o endereço exato do apartamento dela, porque o garoto tinha adotado uma capivara e queriam entregá-la. ela não acreditou. dali a dez minutos, uma amiga nossa, minha cúmplice, enviou a ela um email com dicas de como cuidar de uma capivara, incluindo a dieta do bicho, o espaço que precisa etc. ela provavelmente não vai se lembrar de comentar a história em casa, por isso peguei o número do celular do marido dela e vou tentar convencê-lo a entrar na brincadeira, ligando para ela e perguntando “que dia chega em casa a capivara?”.

por que eu estou fazendo isso? ah, só para agitar as coisas… o que me lembra aquela velha máxima: “se não pode ajudar, atrapalhe. o importante é participar”.

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Alê, você tá lendo isso? tenho uma pergunta: pão integral com cream cheese light é comida de homem? se não for, o que é?

passional

A mulher do jornalista Fernando Calmon não resistiu e deu uma saída com o Fiat Cinquecento que estava com ele, cedido que fora pela fábrica para teste, como é habitual.

Na volta, se dirigiu ao box na garagem subterrânea do prédio onde moram, para estacionar, quando, ao manobrar, viu outro carro parar e uma das portas se abrir de repente.

De dentro saiu um garotinho de uns quatro anos que correu em direção ao Cinquecento. Chegou ao carro e, pela parte dianteira, abraçou-o e beijou-o afetuosamente dizendo, “Luigi! Luigi!” (…)

Bob Sharp, no Auto Entusiastas, mostrando porque é que eu gosto de carros.

roquenrrou

(para o Victor, aniversariante do dia)

a “Rolling Stone” italiana elegeu o Silvio Berlusconi como rockstar do ano. merecido, independente de ele ter feito a coisa certa ou errada: em 2009 o premiê italiano foi fotografado com putas, separou-se da esposa, arrumou duas saias justas com o Obama (uma delas, cantando a mulher dele). o Roissy já tinha chamado a atenção para o comportamento do dono do Milan, e agora vem essa. merecido demais.

mentalize

mentalizar é algo muito importante.

ontem já eram mais de nove da noite quando saí do Senado, acompanhando uma daquelas discussões infundadas with lasers que por lá se desarrolam. cansado, sem condições de ir à aula, decidi voltar para casa e encarar uma salada, o último refúgio da fome. mas eu queria mesmo era uma pizza.

pedi a salada por telefone, vinte minutos depois ela chegou. estava lá comendo e de repente a campainha tocou de novo: era um entregador da Domino’s perguntando se eu havia pedido pizza. com dor no coração, disse que não, e ele perguntou onde era o 604 (meu vizinho). apontei e voltei a comer, tomando aquela salada por pizza e suspirando por uma de verdade.

zero zero sete

fazia mais de um ano que eu queria ouvir de novo a versão que os Tindersticks fizeram para “We have all the time in the world”, música do Louis Armstrong que fez parte da trilha do “A serviço secreto de Sua Majestade”, único filme do James Bond a protagonizar o George Lazenby. e não conseguia de jeito nenhum, já que ela só saiu num compacto de vinil 7 polegadas em 1994. a música é realmente boa e valia o esforço.

aí ontem, usando o cache do Google e muita paciência, consegui obter a música, não sem antes amargar dez horas de espera no Rapidshare. como eu gosto muito de você e não quero que você passe pelo mesmo inferno para obter a música, baixe-a aqui.

replay

assisti “Psicopata americano” ontem à noite, e pela primeira vez foi do início ao fim. a impressão que tinha tido de fragmentos do filme se confirmou: é assustador. o final, então, nem se fala. mesmo assim eu quero terminar de ler tudo do Bret Easton-Ellis, e ver como é que as histórias dos livros vão se entrelaçando.

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não foi influência do filme, porque foi anterior, mas ando com medo de outras coisas. não é medo suficiente para me trancar em casa, debaixo do cobertor e com uma lanterna do lado, mas não dá para ignorar. não dá nem para reclamar do temor, sentir medo é bom: o problema é que até agora isso não ficou divertido.

mas é só lembrar da minha regra dourada: não preciso fazer nada. por incrível que pareça, é só ignorar que passa.

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baixei a trilha do “French kiss” (em português, “Surpresas do coração”), um filme watersugar de 1995 com a Meg Ryan, e é bem legal. já recomendei aqui, cerca de 120 anos atrás, o Beautiful South cantando “Les yeux ouverts”, versão em francês de “Dream a little dream”, e continua valendo a pena.

vip

Enfim, coisa de velho chato. Não ligue pra mim, jovem leitora, eu estou babando. Aí você diz: “pô, serve para você encontrar aqueles amigos que você não vê há tempos?”. Sorry, brother. Todas as pessoas importantes na minha vida eu mantenho contato direto. Os grandes amigos que eu fiz em todas as fases ainda estão aqui a distância de um telefonema. Essas redes não estimulam a amizade, mas sim a vulgariza. Todo mundo só quer mesmo reforçar a sala de troféus de caras das quais, a maioria, talvez você nem nunca viu ao vivo – servem única e exclusivamente para alimentar a auto-estima digital.

Alexandre Petillo, lembrando que redes sociais na internet são um saco. (o título do texto é “Novo Orkut? Não, obrigado”)

Graz

oi, tudo bem? ontem fiquei o dia todo sem internet, ela só voltou às nove da noite. mas aí eu é que fiquei fora do ar, já que havia acabado de sair da academia e o treinador pegou pesado mais uma vez (o que é sempre bom). por maior que fosse minha vontade de escrever alguma coisa, não havia condições de fazê-lo.

daí a Aline me chamou para irmos até a porta do Cine Brasília, aqui perto, e lá fui eu me sentir, pela segunda vez na semana e pela segunda vez na minha vida, a pessoa mais normal de um lugar movimentado. ou algumas pessoas eram tão normais quanto eu, ou eram mais estranhas. é incrível como festivais de cinema atraem esse tipo de gente. não assisti filme nenhum, já que cinema nacional, como teorizei uns anos atrás, ou é sobre favela ou é sobre vida amorosa de carioca. mas foi legal, tomei um ar, vi pessoas, não fui para a cama tão cedo.

e quando fui, veja só, dormi onze horas, coisa que não fazia há uns três meses. já atualizei o Geólogo e daqui a pouco vou ler uns textos pra escola de lobistas, embora a maior parte deles fique para amanhã. hoje à noite tem “Psicopata Americano” no Telecine e estou louco para ver o Patrick Bateman matando ao som de “Hip to be square”, hahaha. não, brincadeira… mas mesmo assim vou ver o filme. de resto é o seguinte:

- a Popload publicou uma análise sobre a letra de “Cornerstone”, do Arctic Monkeys, mas você leu primeiro aqui;
- estou me sentindo bem mais magro, embora não deva ter perdido mais do que meio quilo em relação à semana passada. e minha resistência, segundo o treinador, aumentou bastante: consegui fazer uma série mais puxada, ainda que dizendo palavrões a cada equipamento;
- sempre preferi morar em apartamentos, mas percebi que daqui a um tempo vou ter de morar em uma casa, para abrigar minha futura coleção de carros. e hoje esbocei como ela será organizada… qualquer dia conto detalhes;
- Rogério Eugênio mandou o link para o vídeo abaixo. é “The upper classes”, dos Auteurs, que resume oito anos da minha vida (1992-2000) em um único período: formative years were a drag but we passed the time somehow. e olha, não dá para não gostar de uma banda de rock que tinha (tem?) um violoncelista fixo na formação:

belezinha

na Popbitch de hoje tem o anúncio de uma festa deles. a entrada é paga, mas tem como entrar de graça… sabe como?

Free before 7 and a fiver after, or free with a photocopy of your arse.

estou escrevendo para todos os meus amigos que organizam festas, sugerindo de liberar a entrada para quem trouxer uma fotocópia da própria bunda. não pretendo fazer isso, mas queria muito ver a reação dos frequentadores…

tímpanos

bateu uma vontade de voltar em Barcelona. só para dar uma volta na rua sem ter pressa nem direção, e na hora em que eu me cansasse pegaria um táxi de volta para casa. e até lá, ficaria olhando as pessoas, as praças, as vitrines…

programa

esse gol da França foi de perder a fé na humanidade. em compensação, o jogo do Fluminense foi provavelmente a partida do ano: virada de jogo nos acréscimos do segundo tempo e porrada, o que mais alguém pode querer?

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Gabriel, por favor, providencie nossas entradas para esse evento aqui. e bora trocar MSN com as moças. quer dizer, no mínimo isso. já no máximo…

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já recomendei aqui o disco do XX? se não, recomendo agora. baixe e concorde comigo: é o melhor disco dos últimos três anos, ao lado do “Comme si de rien n’etait”. tudo bem, pode ser pouco, mas também é muito. é de um minimalismo insano, um negócio bonito de verdade. fora que gostar do cromossomo XX é inevitável… :)

Innsbruck

oi, tudo bem? desculpe-me se isso aqui anda muito chato ultimamente, não deveria ser assim. faltam duas semanas para as minhas aulas acabarem, e em meados de dezembro o trabalho dá uma desacelerada de dois meses, o que coincide com as minhas férias. com isso, prometo que as coisas vão melhorar.

por enquanto, o que se passa é:

- fui com Aline e JP assistir “Tokyo!“, no último dia do Festival Internacional de Cinema. é um filme com três episódios sem relação um com o outro, todos ambientados na terra natal da Lisa. o primeiro episódio, dirigido pelo sempre bom Michel Gondry é sobre uma garota que vira uma cadeira, e é uma chatice que só. ruim demais, saí de lá querendo quebrar uma cadeira nesse cretino. o segundo é sobre um cidadão sinistro que vive nos esgotos da cidade e que só sai de lá para assustar as pessoas e se alimentar de crisântemos e dinheiro, e é muito bom. o terceiro é sobre hikikomoris, aqueles japas que vivem enclausurados, como se fossem o Rogério, e também é muito bom. no final, nota 6.

- chamou-me a atenção a freakland que a Academia de Tênis vira nesses eventos: a pessoa mais normal de lá era eu, e olha que eu não sou muito normal, segundo as pessoas que convivem comigo. mas hei de reconhecer que ali havia cerca de uma gata, para compensar a tortura visual que era ver aqueles subprodutos de emo que circulavam no ambiente;

- bateu uma onda de calor pesadíssima em Brasília, que transformou a nós, brasilienses, em amebas. o trabalho não rende, escrever aqui não rende, os estudos não rendem, qualquer pensamento minimamente articulado é desarmado antes de completado, já que pensar não rende. e não tem ar-condicionado que resolva, acredite: assim que você põe os pés para fora de casa, já sente a bad vibe e passa o dia amebando.

- mas não adianta amebar, tem-se que ir para a academia: continuo a alucinar por lá, e depois disso corro para comer salada. é, salada: montei uma que ficou muito boa, e agora é só isso que posso comer. tudo pelo projeto Bahuan 2010, que vai me deixar sarado e forte no ano que vem, haha.

- mudando de assunto, sou só eu ou a cada vez que você ouve a expressão “Operador Nacional do Sistema Elétrico”, muito em voga depois desse apagão, vem à cabeça a figura de um baixinho, careca, com macacão cinza, todo sujo de graxa e com fios elétricos saindo do bolso, te dizendo que ele é quem opera o sistema elétrico do país inteiro? que trauma…

matador

os dois primeiros parágrafos da coluna do Jeremy Clarkson no Times de ontem entraram para a história:

Sometimes, I wonder how the human race has risen to the top of the evolutionary pile when almost every single decision we ever make is bonkers. You do not see blackbirds smoking cigarettes or beavers riding motorcycles. You don’t see pigeons ignoring non-organic seeds or bison at the shops buying something they know they can’t afford. You do, of course, see elephants on unicycles, but only because we think it is funny.

Let’s look at the simple decisions I’ve made today. First of all, I hit the snooze button on the alarm clock even though I knew full well that I had to get up and go to work or I wouldn’t be finished till midnight. Then I went downstairs and had a cup of coffee, which I know will make my teeth all brown. And then I read The Guardian, which always makes me angry.

parei minha leitura para colocar isso aqui, de tão bom que é. agora deixa eu continuar…

xilofone

Ich feststellte ich, dass, wie den vorhersagbarsten Job in der Welt haben, ich Risiko an fast alles außerhalb meiner Karriere eingehe, um sie auszugleichen:

- Börse
- schnelle Autos
- verrückte Weibchen

und die Liste erhält größer. Ich weiß nicht, was mehr auf ihm gekennzeichnet werden, aber es sicher ist größer.