saí do trabalho hoje às três e meia (se alguém quiser, explico depois, e reservadamente, como é o horário na Telerj) e voltei para casa, precisava ler um texto para a aula de hoje. foram seis páginas em quarenta minutos, para que se tenha uma ideia de como é o acompanhamento da coisa. e ao final da leitura, eu joguei o texto no chão, afastei um dos travesseiros… e derreti.
dormi pesado, forte, como se tivesse tomado meia cartela de calmantes… foi praticamente um desmaio. quando acordei, estava me sentindo uma barra de chocolate derretida, sem firmeza alguma. arrumei-me às pressas, engoli um açaí e fui pra batalha. mas o alerta biológico foi dado.
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dia desses eu escrevi, numa mensagem ao Pablo, que os anos pares da minha vida são anos de lucros, e os ímpares são anos de aprendizado duro.
ainda são quatro meses até o final do ano, mas eu não aguento mais ter aula.
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mas ainda há espaço para alguma beleza, eu sei. nem que exposta em museu, de forma efêmera, etérea, sem emoção. e talvez seja melhor assim.