Ivens Filho diz:
aqui é trabalho, meu filho
palandi diz:
aqui? aqui é trabalho. não tem estrela não, aqui é trabalho
Ivens Filho diz:
não tem essa de toque pro lado, lance bonito, é bola na área pro Aloízio
Archives mensuelles: août 2009
camarão
Marcio Porto manda o vídeo mais sem-vergonha do mundo, que dá para ser visto aqui – gostei da parte do cara com o celular.
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não tenho muito o que escrever hoje. passei o dia dormindo, depois de chegar em casa às seis e meia da manhã. dormi, acordei para ver um pedaço da Fórmula 1, dormi de novo, acordei às quatro da tarde, cozinhei, assisti futebol e foi isso. essa semana será um tanto pesada, mas vamos sobreviver a ela. então é isso, boa noite e até amanhã.
100
fazia uns dias que eu estava com vontade de kebab, e decidi que isso se resolveria no sábado, passando ali no shawarma do Posto da Torre. daí hoje me deu vontade de tomar cerveja, algo que geralmente não acontece tão facilmente – normalmente eu bebo cerveja é para ficar bêbado mesmo, sem essa baitolagem que é beber socialmente. mas onde é que eu acharia umas cervejas maneiras? senti vontade de tomar a Beck’s, com a qual tive pouco contato até hoje, mas aí havia um problema: onde encontrar Beck’s geladas em Brasília?
tinha que estar gelada, porque já estava perto do horário do almoço. fui buscar o shawarma ali na frente do Meliá e fiz, mentalmente, uma lista de lugares onde poderia encontrar a Beck’s geladinha. não deu outra: já no primeiro lugar, o Piauí, havia Beck’s, Quilmes e Leffe prontas para serem bebidas.
é muito Brasília knowledge.
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e a ESPN estava passando Bayern de Munique versus Wolfsburg, um clássico do alemãozão 2010. eu adoro assistir jogos da Bundesliga, e em boa parte isso se deve ao Gerd Wenzel, comentarista desses jogos no canal: sabe tudo do campeonato, não é metido, tem um senso de humor bem sutil e fala português sem sotaque. para melhorar, sempre que acaba uma transmissão ele berra “tchau tchaaaauuuuuuuu” de um jeito que me abre um sorriso no rosto.
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Paulo Maluf arrumou um Twitter, e isso também me abriu um sorriso no rosto. por mais que eu discorde dele em certos pontos e que ele tenha superfaturado horrores, Malufão tentou arrumar Deprelândia (asfaltou a cidade toda, só não conseguiu foi dar um jeito no tédio), é engenheiro (profissão que cria os melhores políticos) e é liso igual quiabo, sabe lidar com a imprensa de um jeito espetacular.
momento airbag
sim, momento airbag. aqueles em que você gostaria que uma bolsa de ar saísse bem à sua frente, pra você esconder sua cara de tanta vergonha. o meu momento airbag do dia, até agora, veio lendo a coluna do Diogo Mainardi da Veja dessa semana, na qual ele lembra o que diz o nosso presidente:
Sobre a pobreza: “Somente quem passou fome sabe o que é a fome”. Sobre a dor de dente: “Somente quem já teve dor de dente sabe o que é uma dor de dente”. Sobre a imprensa: “Só tem notícia negativa”. Sobre a gramática: “Daqui a pouco vou falar en passant. Para quem tomou posse falando ‘menas laranja’, está chique demais”.
quinze meses, quinze meses…
risos
esse ano eu comecei a achar que minha memória já não é mais a mesma. já devo até ter escrito aqui algo sobre o assunto, mas não lembro.
o fato é que comecei a anotar meus compromissos no celular, a pedir cartões de visita para não esquecer nomes (quanto aos rostos, não tem jeito: eu esqueço mesmo), a publicar posts no blog do que tenho de fazer em um dia mais movimentado. ainda sei de cor a tabela periódica, embora o final das séries dos lantanídeos e dos actinídeos, que eu nunca soube totalmente de cor, continuam sem ser lembrados.
mas de vez em quando minha memória volta a ser como antes: depois que vi aqui um texto sobre o ProstiTwittess, um twitter só com anúncios de putas, lembrei que já tinha visto um blog, o Telefone Público, que mostra a verdadeira função dos orelhões.
não, não é te salvar de uma emergência nem fazer a inclusão do pobre no universo das telecomunicações: orelhão é pra isso aqui. a parte da memória é que, mesmo dois anos depois de ter visto esse blog pela última vez, eu lembrei do endereço exato dele. iei!
trincheira
segunda-feira vai ter guerra de novo, isso acabou de ser anunciado. e lá vamos nós de novo, carregando as armas, cavando as trincheiras, preparando a defesa, semeando a discórdia do lado inimigo. que eles não pensem que será fácil.
vitral
(comentário censurado. o vídeo fica)
império
pendurei no Best Cars uma resenha do meu carro. fi-la tem mais de mês, só que só foi publicada hoje. se quiser comprar um Peugeot 307, dê uma olhada.
aguado

esse aqui é um prédio na 406 norte. aparentemente, a proximidade da UnB fez com que a arquitetura local tivesse alguma influência ripongo-maconheira. só que como o desenho dos prédios brasilienses não podia sair muito do padrão, sobrou pra pintura externa ser alvo dos hippies e esse tie-dye medonho.
Konjugationstabelle
apply some pressure, apply some pressure, apply some pressure…
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tava dirigindo um pouco, agora à tarde, e do nada lembrei que o Jonas é um prego porque prefere o Scott Walker fazendo pós-rock do que ele nas antigas. e olha que eu nem tava ouvindo um Scott.
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ontem as bombas começaram a estourar todas. todas, sem exceção, em uma explosão que eu imagino que vá durar até segunda-feira, ininterruptamente. mas eu estou tranquilo e posso explicar: tudo são fogos de artifício e eu não posso pensar em nada mais bonito por agora. entendeu? não? eu explico daqui a um tempo, quando a festa estiver completa.
embrenhado
ontem eu tive um problema grave envolvendo horários, hábitos ruins, responsabilidade acadêmica e coisas conexas. para piorar, uns pensamentos antigos que não consigo deixar me ficavam rondando a cabeça. foi forte, e eu achei, ali pelas cinco ou seis da tarde, que tinha chegado ao fundo do poço, à rua sem saída etc.
morrendo de dor de cabeça mas com outras dores ainda mais fortes por aí, saí de casa para ir à faculdade, quando meu celular tocou. era a minha chefe, e ela me falou algo inacreditável. para bem. fiquei tremendo nas bases, de tão incrédulo que fiquei – cheguei até a suar frio. dirigir até a UnB em linha reta pela L4 se transformou em um slalom, de tanto que eu tremia.
ainda não posso falar o que é, pois não tem nada oficializado. mas dali em diante, e passando por uma outra noticia bem interessante, as coisas só melhoraram. chegou a um ponto em que deu meia-noite e fui para a cama, mas não consegui dormir. tentei de tudo, mas só peguei no sono às três. estou caindo de sono, continuo tremendo (agora é um pouco pelo frio), mas estou feliz. ainda que, por conta da dívida com a minha cama, mal consiga esboçar um sorriso.
xis
o Thadeu me passou um texto do Maurício Stycer sobre o twitter da Xuxa. muito bom, e a conclusão do Mr. Manson é melhor ainda:
Celebridades no Twitter tornaram possível um sonho de infância: xingar a TV. E ser ouvido. Obrigado Internets.
cool
nasceu ontem a Isabela, filha do casal Vinícius e Larissa e mais nova integrante da família Taveira. à família, os devidos cumprimentos, e no mês que vem a Lorena, minha irmã, chega para virar amiga dela.
figuraça da semana

Amado Boudou, ministro da Fazenda argentino desde o mês passado. Solteiro e sem filhos, esse playboy de 46 anos é fã de guitarra elétrica, organizou shows na década de 1980, tem três carros esportivos (um Golf GTI, um Mini Cooper e um Civic roadster das antigas) e duas motos, sendo uma Virago e uma Harley-Davidson. fora que “boudou” é “vudu” em francês, então o nome dele literalmente quer dizer “amado vudu”, haha.
achou o cara gente boa? tenta ser amigo dele no Facebook, então.
maçã
conforme anotou o Filipe, tenho que falar, ainda que um pouco, sobre Fórmula 1. ano passado eu não vi o Grande Prêmio de Valência, não me lembro se estava bêbado, mexendo com mulher ou as duas coisas, então não tinha uma referência mental sobre a pista. estive em Valência no começo do mês e gostei da cidade, embora só tenha passado um dia lá. vários dos pontos turísticos da cidade, como o Museu de Artes e o Oceanário, são visíveis do circuito, que fica um charme ao passar do lado do Mediterrâneo.
tá, mas não era isso que eu queria falar sobre a corrida: na falta do Felipe Massa, foi lá o Rubens e ganhou, muito bom. pessoalmente, acho que dá pra ele ganhar o campeonato, especialmente porque a McLaren e a Red Bull podem tirar pontos do Jenson Button. o lance é andar mais rápido e retardar a decisão sobre jogo de equipe, né? quanto mais tempo a Brawn demorar, melhor pro Rubens. mas ele tem que fazer a parte dele na pista e, como diz o mestre Júnior Dattoli, desmoralizar o inglês.
fora isso, devo lembrar também que Luca Badoer = EPIC FAIL. fosse eu a Ferrari, colocava o Nelsinho Piquet pra correr até o final do ano. o playboy do Lago Sul pode até não ser dos mais rápidos, mas pelo menos não dá tamanho vexame. e eu fico cada vez com mais pena dos pilotos da BMW, que de favorita ao título o time passou a lixo bávaro, e no ano que vem nem isso, já que a marca decidiu fugir da categoria. dá mais pena ainda dos bimmers porque, em meio à Brawn, ao acidente do Felipe Massa e ao desempenho do Sebastian Vettel, ninguém mais dá uma linha sequer pros caras. vacilo.
siga-me
para ler ao som de “Most likely you go your way (and I’ll go mine)”:
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Bob Dylan pode emprestar a voz para sistema de GPS
Londres, 25 Ago 2009 (AFP) – O lendário cantor americano Bob Dylan poderá emprestar sua voz para um sistema de navegação por satélite, o que o fará se somar a um crescente grupo de famosos que já usam seus talentos vocais para orientar os motoristas em seus carros.
“Estou falando com algumas companhias automobilísticas para ser a voz de seus sitemas de GPS”, declarou Dylan na última edição de seu programa de rádio noturno, “Theme Time Radio Hour”, transmitido pela BBC.
Dylan deu alguns exemplos do que poderá falar quando estiver orientando os motoristas:
“Pega a esquerda na próxima rua. Não, pega a direita. Quer saber? Vai sempre em frente”.
“Provavelmente não vou fazer isso porque para onde vou, sempre acabo no mesmo lugar, em ‘Lonely Avenue’”, acrescentou, fazendo alusão a uma de suas canções.
Se a notícia se confirmar, não será a primeira vez que o cantor que simbolizou a contracultura dos anos 1960 venderá sua imagem com fins publicitários.
Dylan fez, entre outros comerciais, um famoso e polêmico anúncio para a montadora americana Cadillac e, mais recentemente, permitiu que o maior grupo cooperativo britânico, o Co-Operative Group, utilizasse sua emblemática canção “Blowin’ in The Wind” em um anúncio de TV.
Com esta iniciativa, Dylan se soma a outros artistas que já emprestaram suas vozes a sistemas de GPS, como o membro dos Monthy Python John Cleese, o mítico protagonista de “Sem destino” Dennis Hopper, o veterano ator Burt Reynolds e o exótico Mr. T, da série de TV “Esquadrão classe A”.
Dasani
antes mesmo de eu escrever sobre a volta da chuva (e sem eu saber), os Chad praguejaram contra o tempo. vou mandar um vidro de cogumelos pro Craudio e um café bem quente com Pringles pro Pipe, pra eles pararem de reclamar do aguaceiro. chuva é linda, gente. ela mais Gal mais Gil mais Bethânia.
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como o som do meu carro (mais uma vez) engoliu um cd e eu ainda não fui destravá-lo, estou sendo obrigado a ouvir rádio. de vez em quando, como durante os debates futebolísticos da CBN, no meio da tarde, é um grande flagelo. mas as rádios de Brasília também têm uns momentos bonitos. meia hora atrás eu estava embaixo do meu bloco, estacionando o carro depois da aula, aí de repente começa uma melodia bem baixinha e uma voz feminina cantando no mesmo volume, na Executiva FM (101,7 MHz):
early November north of San Francisco
driving fast to find you
I feel familiar winds that usher in each evening heavy on the mountains
rest clouds left there since morning
you always said
“there’s just no other place”
não quis nem saber como a música terminava: decorei os dois primeiros versos e corri pra casa pra jogar no Google. e assim descobri “The lost coast”, de uma banda dos anos 1990 chamada Grey Eye Glances. dá pra ouvir aqui na página deles, inteira. vou tentar achar o disco deles pra baixar, espero que seja tão bom quanto.
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estava hoje esperando minha vez na dentista, e havia uma mulher na recepção, provavelmente esperando quem estava em atendimento. em meio minuto ela começou a reclamar da política, e eu nessas horas só penso “cada um tem o governante que merece” e quero que me deixem em paz, não gosto de ficar dando conversa, já que trabalho com isso o tempo todo. mas ela queria conversar, e acabou mudando de assunto, e eu respondendo por educação.
uma certa hora ela me perguntou de onde eu era, e respondi “Deprelândia” (na verdade eu disse o nome verdadeiro da cidade). e ela disse que sua mãe, que estava sendo atendida na dentista naquele exato momento, é deprelandense, e que tem família em várias cidades da Grande Deprelândia. como uma das primeiras frases do homo deprelandensis é o tal “você é filho de quem?”, ela tinha de falar sobre o assunto e começou a listar a família dela toda, para ver se eu conhecia alguém. nisso chegou a mãe dessa mulher, que foi logo informada de que eu era, ahn, conterrâneo, e aí a dona falou mais umas tantas pessoas da família.
daí, de tanto falar, reconheci um sobrenome que é o mesmo de uma marca de porcelanas e tipo um “Silva” em alemão, e lembrei que um falecido amigo do meu pai era dessa família. e não é que ele é primo-irmão da mãe da mulher? nisso ela não parava de dizer “mundo pequeno, mundo pequeno, esse mundo é muito pequeno”, e eu pensando “sei lá, mil coisas…”
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se tédio provocasse morte, literalmente morte, eu não teria vivido para escrever esse post: a segunda aula de hoje foi a experiência mais próxima que eu tive com o fim, só faltou subir aquele cheiro de iodo da enfermaria. quinze para as onze da noite e o professor achou por bem começar um novo tema, uma matéria inteiramente nova, que não guardava relações com o assunto anterior. e veja bem, hoje é segunda-feira, primeiro dia útil da semana.
eu não gosto de auto-comiseração em hipótese nenhuma, mas essa aí foi de cortar os pulsos.
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ah é: a letra de “The lost coast”, a música referida acima, termina dizendo “I can almost feel you here”. mas nem isso eu ando sentindo, meu amor. que pena.
topázio
eu tinha de fazer um trabalho pra escola, sobre coisas passadas na semana passada e que não entendi nada. felizmente, eu sei escrever sobre o nada, e consegui fazer trinta linhas sobre tudo, exatamente o que o professor pedia.
agora vamos ver se funciona: desejem-me sorte na aula, hoje à noite.
p.s.
novos posts sobre a chuva, sobre “Paris” e sobre coisas relacionadas aparecerão nos próximos dias. por enquanto fica uma foto da Mélanie Laurent, que ao lado da Juliette Binoche faz a capital francesa ficar ainda mais linda durante as duas horas e dez minutos do filme. parece que em breve eu a verei de novo, já que ela protagoniza o novo Tarantino, “Bastardos inglórios”.

Klaipéda
oi, tudo bem? comigo vai tudo bem, mas estou atrasado. não li um dos textos para a faculdade (não lembro onde o deixei), não avancei no diário de viagens, não fiz nada que mereça ser chamado de construtivo. mas assisti “Brüno” (nota 9) e “Paris” (nota 10), comi bem, vi meus amigos, dormi razoavelmente bem. e vi a chuva.
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olhou pro céu, meu amor? eu senti falta da chuva desde o momento em que o chão começou a secar da última vez. é estranho gostar desse tempo que chamam de ruim, mas que me traz lembranças, cores, ruídos e sensações tão boas. quem sabe quando ela estiver mais presente, daqui pra alguns meses, as coisas fiquem mais interessantes. mas não, não é que eu não goste de como estão por agora: é só que parece haver uma camada de tédio revestindo tudo, uma burocracia estrutural que não permite que as coisas apareçam. mas a chuva está aí para mudar tudo, para deixar tudo bem, para te trazer pra mim. então abre as janelas quando a água cair à noite, e não se preocupe com o frio: ele passa, eu faço com que ele passe.
veja essa
“Essa guerra é fundamental para a defesa do nosso povo. Aqueles que atacaram os Estados Unidos em setembro de 2001 estão planejando fazer a mesma coisa de novo. Se não fizermos nada, a insurgência do Talibã se transformará em um refúgio ainda maior, a partir do qual a Al Qaeda poderia se preparar para matar mais americanos.”
Barack Obama, esta semana. e aí, o Bush era mesmo o diabo e o Obama a mudança?
esôfago
melhor colocar aqui a lista de coisas a fazer amanhã, que é a seguinte:
- comprar bananas no verdureiro que fica na 106 sul;- pegar um orçamento de terno numa loja no Brasília Shopping;- ler pelo menos um dos textos pedidos para a aula de segunda-feira;- traduzir as notícias de hoje do Portal do Geólogo e escrever mais uma;- dormir bastante, nem que eu tenha que usar a tarde para isso;
- planejar-me pra fazer uns pareceres durante a semana que vem;- levar as calças para ajustar as pernas e as barras;
- destruir os exércitos vermelhos e conquistar 24 territórios.
colchetes
enquanto vou pensando no que escrever aqui, seguem umas sugestões de leitura.:
- “A danada da preguiça“, texto maravilhoso do Bob Sharp, tão bom que li pela primeira vez na tela do celular, sem conseguir parar. não é um texto sobre automóveis, já vou advertindo;
Nunca foi tão difícil comprar uma televisão. Veja o nome de um dos modelos de televisores em exposição nesse momento no Submarino: Televisor 29″ Ultra Slim Line com Crystal Clear 29PT9467C Philips. Se o nome não ajuda, as especificações técnicas são um show de horror, confira: Smart Picture, Smart Sound, Imagens naturais expandidas em tela cheia 4×3, Entrada Vídeo Componente, Entrada S-Vídeo, Incredible Surround, Processamento de imagens 50Hz, 60Hz Analógico, Fácil de usar Controle Smart Picture e por aí vai.
Depois a Philips não entende porque iPod e iPhone vendem mais que os produtos deles.
- esse é um trecho de “Pense em ser diferente e fique rico, pense em ser o melhor e fique frustrado”, do Ricardo Jordão Magalhães: é uma ótima crônica sobre administração, publicidade e coisas simples, bem legal mesmo. descobri lendo “Diferente“, do Juvenal Jorge, que explica minha paixão por Lancias, Volvos, BMWs de seis cilindros e todo tipo de Jaguar: porque são diferentes;
- “Marcas de alto luxo e seus clientes“, reportagem do Webmotors sobre as coisas que as fabricantes de veículos fazem para te conquistar e te fidelizar.
reversal
depois de oito meses acumulando ações da Petrobras, hoje cedo vendi todas e comprei Vale, soltando opções logo em seguida. como a VALE5 foi comprada R$ 0,74 abaixo da PETR4 (32,88 contra 33,60) e eu soltei opções de VALEI34 a R$ 0,80, tive um lucro bruto de R$ 1,54 na transação, sendo que pouco mais da metade já está embolsado.
como a série “I” das opções só vence dentro de cinco semanas, há muito tempo para que eu as possa recomprar. sem contar que, se em pleno dia de alta a VALE5 ainda está R$ 1,12 aquém do preço de exercício, e que o tempo vai fazendo os preços das opções decrescerem – a menos que role uma alta meteórica -, dificilmente serei exercido.
daí é só recomprar por um preço vil, esperar uma alta, soltar opções na série “K”… e comprar mais papel :)
bombardeio
saí do trabalho hoje às três e meia (se alguém quiser, explico depois, e reservadamente, como é o horário na Telerj) e voltei para casa, precisava ler um texto para a aula de hoje. foram seis páginas em quarenta minutos, para que se tenha uma ideia de como é o acompanhamento da coisa. e ao final da leitura, eu joguei o texto no chão, afastei um dos travesseiros… e derreti.
dormi pesado, forte, como se tivesse tomado meia cartela de calmantes… foi praticamente um desmaio. quando acordei, estava me sentindo uma barra de chocolate derretida, sem firmeza alguma. arrumei-me às pressas, engoli um açaí e fui pra batalha. mas o alerta biológico foi dado.
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dia desses eu escrevi, numa mensagem ao Pablo, que os anos pares da minha vida são anos de lucros, e os ímpares são anos de aprendizado duro.
ainda são quatro meses até o final do ano, mas eu não aguento mais ter aula.
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mas ainda há espaço para alguma beleza, eu sei. nem que exposta em museu, de forma efêmera, etérea, sem emoção. e talvez seja melhor assim.