cinco coisas legais de se ter no café da manhã:
- suco de laranja
- pão integral
- queijo
- açaí com granola
- pain au chocolat avec amandes da Boulangerie (106 sul). só provei hoje, e é a melhor coisa de lá. nota 11.
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comecei a ler a biografia do Chet Baker, avançando cinquenta e seis páginas; um número pequeno, não chega a 15% do total. mas terminá-lo em dois ou três finais de semana não será nenhum demérito, certamente, e o livro é muito gostoso de se ler. lembro que li o primeiro capítulo no apê do Alexandre, em São Paulo, seis anos atrás, e desde então fiquei com vontade de ler tudo – o que finalmente farei agora. e que coisa, o jovem Chet também era um petrolhead.
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assistir ao resgate do espólio do voo 447 da Air France é algo bastante triste. mas não é por isso que vamos parar de voar, certo? hoje tem um debate na « Folha de São Paulo », com o Nelson Ascher dizendo que tem medo de avião, enquanto o Ronnie Von (que é piloto), diz não ter. obviamente a discussão não fica no plano racional, afinal de contas é o medo. mas há bons argumentos dos dois lados e, de qualquer forma, eu continuo me sinto mais seguro no ar do que em terra.
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depois daquela vitória conquistada no trabalho, na quarta-feira, uma surpresa: tudo foi colocado a perigo por gente que não deveria agir desta maneira. não deveria, mas a índole das pessoas é capaz de tudo. até de má índole, como é o caso. e antes que me acusem de não tolerar opiniões contrárias ou algo assim, esclareço: eu espero certas coisas sim, mas não de certas pessoas que, até pela posição que ocupam, têm o dever de se posicionar do nosso lado.
ontem a chefe me atualizou sobre essa lamentável manobra e, ao final do relato, disse que vencer essa queda-de-braço havia virado questão de honra para ela. já tinha virado para mim, meses atrás, mas não me surpreendi com a fala dela ontem. esse tipo de postura não costuma fazer bem à saúde, mas se bem a conheço, vai nos ajudar de alguma forma com a questão, que pode ter mais um lance importante até a próxima quarta-feira. novamente, cruzem os dedos e torçam pela gente.
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minha mãe andou me dizendo para não estabelecer metas rígidas para a minha vida. bem que eu gostaria de ouvir, e até não as faço para certas coisas que não dependem só de mim, mas é bom ter um certo planejamento ou, no mínimo, um « onde quero estar ». mas é bom lembrar que nunca é tarde para certas coisas. Leonard Cohen lançou o primeiro disco aos 34, o Tasso Jereissati entrou para a política aos 36, um chefe meu só foi dar o grande salto (para cima) no padrão de vida aos 47. como dizia Renato Russo, que não faz parte dessa galera porque alcançou o estrelato aos 26, « somos tão jovens »…